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sábado, 6 de fevereiro de 2010

CQCs voltam ao batente


É isto mesmo. Acabou-se o que era doce. As férias das nossas queridas mosquinhas chegaram ao fim.

Na 2ª feira foi feita a 1ª reunião da Equipe do CQC de 2010. A partir de agora são mais e mais reuniões de pauta para definir os quadros e logo serão gravadas as primeiras matérias da 3ª Temporada.

Nós, fãs, não poderíamos receber melhor notícia. Agora é contar os dias para a volta do Melhor Programa da TV Brasileira. Até dia 15 de Março vamos ficar de olho e acompanhar a movimentação das nossas mosquinhas.

Fontes: Blog do Rafael Cortez e CQC Blog.

É Tudo Improviso: Tas aprova substituto do CQC

O programa humorístico Custe o Que Custar, da Band, está de férias desde o início de janeiro e permanece fora da programação até o final de fevereiro. Enquanto isto, a atração É Tudo Improviso, que reúne humoristas do grupo Os Barbixas, As Olívias e Jogando no Quintal, substitui os Homens de Preto.

Marcelo Tas, apresentador do CQC, esteve no desfile da Ellus na noite da última terça-feira, dia 19, na São Paulo Fashion Week. Voltando de seu descanso, o comunicador ainda não teve muito tempo para acompanhar o projeto dos colegas de emissora, mas opina sobre a atração.

- Estive viajando [para os Estados Unidos] e só assisti um até agora, mas achei muito bacana. Estou adorando!

Apesar de o CQC só voltar ao ar em março, Tas e a produção do programa se reúnem a partir da semana que vem para debater mudanças e novidades para este ano.

Fonte: Estrelando - Portal R7

CQC: Programa reestréia no dia 15 de março

Está com saudade do Custe o Que Custar (CQC)? Pois fique sabendo que os Homens de Preto da Band já têm data certa para voltar. E é dia 15 de março.

Enquanto isso, a atração É Tudo Improviso, composta por profissionais do humor dos grupos Os Barbixas, As Olívias e Jogando no Quintal.

Marcelo Tas, que comanda a bancada e também participa das reuniões de pauta com a produção, já havia comentado iria se encontrar com a direção do CQC para discutir mudanças e novidades. Estão previstos novos quadros e provavelmente uma mudança no cenário.

Fonte: Estrelando - Portal R7

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Feliz Aniversário, Felipe Andreoli







Hoje é dia 5 de fevereiro, e é aniversário do Crespo Mais Liso do Brasil Felipe Andreoli.

O repórter do CQC completa 30 anos (nem parece né?) e é um dos homens de preto mais queridos pelo público (mais pelas meninas).

Conheça um pouquinho da história de Felipe Andreoli, o crespo mais liso da TV brasileira:

Jornalista formado na FIAM, desde pequeno acompanhava o pai, Luiz Andreoli, trabalhando nas grandes redes como Globo, Record e Bandeirantes.

Começou na TV Record aos 19 anos; desde então já atuava em frente às câmeras num bate papo de jovens na programação evangélica do canal. Depois teve uma passagem pela TV Gospel, fazendo reportagens esportivas e trabalhando ao lado do pai.

Após esse período transferiu-se para a TV Cultura, onde ficou por quase cinco anos, um deles trabalhando na produção. Fez matéria de todas as editorias, desde cotidiano até cultura, mas sempre com forte ligação com esporte. Ainda na Cultura trabalhou como repórter e chegou a apresentar o noticiário do meio-dia no canal.

A transferência para a Band aconteceu em 2007 para integrar a nova equipe esportiva. Após um ano passou a integrar a equipe do programa Custe o que custar (CQC), sendo um dos destaques do programa (que dobrou a audiência da Band no horário).

No programa, Felipe Andreoli faz as matérias dedicadas ao esporte, política (ele é amigão do Lula) e algumas festas, na ausência de Oscar Filho.

Felipe também está no rádio. Apresenta junto com seu pai, Luiz, o programa Camisa 89; que fala sobre futebol todas as quintas, às 23 horas, na rádio 89 FM de São Paulo.

A equipe do Mundo CQC deseja a você, Felipe, um feliz aniversário. Que esse novo ciclo que começa hoje seja de muito sucesso pra você. Parabéns!!!

*Com informações da Wikipédia.

Fotos: CQCs Album - My Opera

domingo, 31 de janeiro de 2010

Vem aí... CQC Party!!!!

Top Five - Só os primeiros colocados


Mais uma compilação do AEpicon, só com os Campeões do TOP FIVE de 2008 e 2009. Veja:

Parte 1




Parte 2




Parte 3




Parte 4




Fonte: AEpicon

Top Five - O melhor de 2009!!!!!


O usuário do You Tube AEpicon tem feito ao longo desses 2 anos várias compilações com os melhores momentos do quadro mais assistido e comentado do CQC: o TOP FIVE. E como não poderia deixar de ser, você verá uma compilação com o melhor do Top Five de 2009. As melhores mancadas que já foram exibidas na TV e foram parar no Top Five você verá agora. Olha isso!!!!





Fonte: AEpicon

Calendário CQC 2010


Escracho e bom humor na Concha Acústica


Os carrascos dos políticos brasileiros do programa CQC Custe o Que Custar, da Band, Rafinha Bastos e Danilo Gentili, estão de volta a Salvador. Eles, que estiveram na cidade em maio passado, com apresentações independentes, na 1ª Mostra de Humor – Stand-Up Comedy, retornam para mais “uma hora e vinte minutos de boas risadas”, cronometra Rafinha.

Juntos pela primeira vez na capital baiana, eles dividirão o palco da Concha Acústica do Teatro Castro Alves, no Campo Grande, neste sábado, 30, às 19 horas, com o espetáculo, em formato stand up comedy, Show de Humor.

No stand-up, os humoristas atuam de pé, diante da plateia, na companhia exclusiva do microfone – exceto desta vez, que será uma apresentação em dupla – do próprio texto e da capacidade de improviso. A ideia é explorar os aspectos mais inusitados do cotidiano das pessoas e os fatos que ganharam destaque nos principais meios de comunicação.

Mas, como a essência do espetáculo vem dos textos escritos pelos próprios humoristas e da improvisação, é muito difícil saber o que pode surgir nas apresentações, sempre diferentes.

“Eu preparei um acarajé”, afirma Danilo Gentili. Já o Rafinha: “Ixi.. ainda nem pensei no assunto, mas sei que vai ser bem legal”, despista.

B analização O fato da apresentação acontecer na Concha Acústica do TCA, local que suporta cerca de cinco mil pessoas – um espaço muito maior do que o de um teatro tradicional – não intimida os integrantes do CQC e, rapidamente, se torna alvo fácil de uma série de piadas infâmes. “A expectativa é boa. Porque se vai mais gente eu ganho mais dinheiro”, brincou Gentili.

O porto-alegrense radicado em São Paulo Rafinha Bastos iniciou na comédia em 1998, quando criou o site de vídeos satíricos Página do Rafinha. Mas a vida artística só começou mesmo em 2004. Antes, o ator e jornalista jogou basquete durante 15 anos, tempo em que morou nos Estados Unidos. Foi lá onde ele teve o primeiro contato com a arte da comédia de cara-limpa (stand up comedy).

No começo, ele encarou a chance como uma possibilidade de aliar os conhecimentos de ator aos de jornalista. Mas, atualmente, o artista, que sempre afirma utilizar o “microfone como uma arma”, pois usa-o na abordagem de assuntos polêmicos, diz que, na opinião dele, a rápida popularização do stand up nos últimos anos pode acarretar, também, uma rápida banalização do formato.

“Acho a popularização benéfica.O ruim é que alguém veja um show fraco e pense que o formato seja esse mesmo. Mas, com um maior número de comediantes, também dá a oportunidade de pessoas do País inteiro conhecerem pessoalmente esta arte”, explicou, com ar de preocupação.

Na preguiça Já Danilo Gentili, que constrói seus textos e apresentações em cima de críticas bem-humoradas do cotidiano de sua própria vida, subiu oficialmente no palco pela primeira vez em 2005. Além de humorista, ele é publicitário, escritor, cartunista.

Ele também criou e fundou o grupo paulista Comédia ao Vivo, além de sempre marcar presença em festivais e shows, como o Comédia Em Pé, no Rio de Janeiro, e o Risorama , mostra oficial de humor do Festival de Teatro de Curitiba.

Gentili não tem uma opinião muito diferente do companheiro de tevê e palco, Rafinha, quando o tema é popularização do formato utilizado por eles para fazer comédia.

“Acho que ela é ruim”, em um dos poucos momentos da entrevista, ele falou sério. “Ela permite que comediantes ruins como eu ganhem dinheiro na sua cidade (Salvador)”. E assim voltou ao estado normal.

No CQC, Rafinha divide a bancada com Marcelo Tas e Marco Luque e apresenta o quadro Proteste Já. Danilo é responsável pelo CQC no Congresso.

Questionados sobre as inspirações que a Bahia proporciona, eles são ágeis: “Nenhuma. Eu fico com preguiça de pensar em piadas quando penso na Bahia”, brinca Gentili.

Fonte: A Tarde

Vem aí a CQC Party! Primeira festa dos fãs do CQC...

Você é fã do CQC? Está com saudades do programa? Pois bem, já se sabe que tudo voltará ao normal a partir de 15 de março. Mas que tal fazermos um 2010 diferente? O que acham de uma festa para reunir os fãs dos homens de preto? Por esse motivo vai nascer a CQC Party! Eu explico.

A idéia é simples. Trata-se de uma festa com muita música e gente bonita para celebrarmos o CQC. Telão com vídeos enviados por fãs, reprises do programa, muita bebida (sem álcool) e comida.

Quem sabe a presença de algum dos integrantes não abrilhante ainda mais a nossa festa? Tudo é possível! Isso sem contar a distribuição de brindes e prêmios.

Gostaram da idéia? Então sigam o Twitter oficial da festa no www.twitter.com/cqcparty.

Quem quiser também pode enviar um vídeo convidando os amigos. Essa gravação fará parte do vídeo-convite oficial da festa. Enviem o arquivo para o e-mail christiano.rodrigues@vooz.com.br ou quem souber subí-lo no Youtube, mande o link pelo Twitter. Pode ser em qualquer formato ou qualidade. Estamos esperando!

Fonte: Blog do Chris

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Não somos o BBB; mas estamos de volta!!!!

Olá fãs dos Homens de Preto, primeiro pedimos desculpas por sumimos sem ter os avisados; mas voltamos hoje com as atividades do Mundo CQC.

Bem, estamos preparando novidades para esse ano de 2010; inclusive layout e logotipo novos.

Por enquanto, vamos publicar notas novas dos CQC's e também vídeos de matérias de 2009; tudo isso nos preparando para o dia 17 de março, dia da estreia da 3ª temporada do CQC.

Feliz 2010 e Viva a Mosca!!!!

Renato Chagas - Fundador e Presidente do blog Mundo CQC

Gentili do CQC chama o Dr. Hollywood de 'retardado gay'

"O Dr. Hollywood não parece um retardado gay, quando fala em português?", postou o humorista

Danilo Gentili, como sempre, fez seus comentários críticos no Twitter. Na tarde desta quinta-feira (28), seu alvo foi Robert Rey, o Dr. Hollywood, que tem um reality show na RedeTV! sobre o mundo das cirurgias plásticas.

"O Dr. Hollywood não parece um retardado gay, quando fala em português?", postou o humorista.

Vale lembrar que o humorístico CQC, em que Danilo não dá trégua aos políticos em Brasília, está de férias na Band.

Fontes: O Fuxico e Mídia News

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

'CQC' é eleito pelos leitores do JB o melhor programa de TV em 2009

O público até pode traçar paralelos com o tom ácido e irreverente do TV Pirata, que marcou história na televisão brasileira, ou com o bem-sucedido deboche do Casseta & Planeta. Mas o CQC (Custe o que Custar), exibido pela Rede Bandeirantes desde 17 de março de 2008, encontrou uma personalidade própria dentro do humor brasileiro. E olha que o modelo é argentino – o programa Caiga quien Caiga, transmitido desde 1995 no país vizinho. A adequação da fórmula à TV nacional vem dando certo, como comprova a eleição como o melhor programa de 2009, através dos votos computados pelo JB Online.

– O CQC é um projeto que passou por algumas adequações ao desembarcar no Brasil. Originalmente, era mais político do que voltado para o mundo do entretenimento. A princípio, ir aos teatros e às baladas não estava muito previsto. Mas o brasileiro gosta do universo das celebridades – sublinha Rafael Cortez, que tem experiência como clown e na stand up comedy.

Apresentado por Marcelo Tas, com Marco Luque e Rafinha Bastos, na bancada, e Cortez, Felipe Andreoli, Danilo Gentili, Oscar Filho, na reportagem, o programa ganhou, em setembro, o reforço da primeira “mulher de preto”, Mônica Iozzi, escolhida num concurso através do voto do público. Outro destaque do ano no CQC foram as matérias realizadas no exterior.

– Investimos na variedade de assuntos. Coberturas como a do Festival de Veneza foram marcantes – diz Andreoli, referindo-se à polêmica na qual se envolveu Rafael Cortez ao invadir o tapete vermelho para falar com celebridades presentes ao evento na edição de 2008.

Cortez confirma o risco que correu.

– Na hora deu medo, mas foi demais – relembra o repórter, que acabou detido pela polícia italiana.

Outras reportagens chamaram a atenção, como a vitória histórica de Barack Obama nos Estados Unidos e as centradas na Copa de 2010 e na conquista do Rio de Janeiro ao posto de sede das Olimpíadas de 2016.

– Esta cobertura foi bem legal, ainda que eu não seja particularmente favorável à escolha do Rio para sediar as Olimpíadas. Afinal, há outras prioridades – opina Andreoli.

Rafael Cortez enumera outras empreitadas memoráveis.

– A cerimônia da 5ª Cúpula da América Latina, Caribe e União Européia, em Lima, valeu pelo ineditismo. Falei num portunhol sem vergonha. E tiramos leite de pedra no Festival de Cannes desse ano – admite o repórter.

A matéria sobre pedofilia na internet, realizada graças à participação de uma atriz, que entrou em salas de bate-papo passando-se por adolescente, espelha uma importante faceta de denúncia do CQC, perpetuada em quadros como o Proteste já!, no qual Rafinha Bastos destaca problemas variados e cotidianos, como prevenção contra a dengue, sistema precário de transporte e dificuldades enfrentadas por portadores de deficiência.

O mundo político é um capítulo à parte. Numa medida polêmica, os integrantes do CQC foram proibidos de fazer matérias dentro do Congresso Nacional.

– Ao longo do tempo, o programa foi encontrando o seu limite. Em relação aos políticos, é legal incomodar até porque nos sentimos representando o que as pessoas gostariam de expressar. Mas não procuramos ser agressivos com os artistas. Não perguntamos para ofender. A proposta não é rir da cara das pessoas – garante Andreoli.

Os políticos, claro, não são entrevistados fáceis.

– O Fala na cara não foi para frente porque os políticos não toparam participar – frisa Andreoli, em relação ao quadro em que pessoas eram abordadas na rua por um repórter do CQC, que fazia perguntas sobre o político convidado a ir ao programa naquela semana. – Já Paulo Maluf é quase uma lenda. Às vezes, dá vontade de continuar conversando com ele com a câmera desligada para ver se permanece igual.

Entre os bons entrevistados, Andreoli destaca o atleta César Cielo, a atriz Juliana Paes e o cantor Luciano. Quadros voltados para entrevistas com celebridades, como o Repórter inexperiente, deixam saudade.

– Danilo ficou imortalizado na galeria dos humoristas brasileiros com este quadro – elogia Andreoli.

Por mais que os repórteres do CQC sigam uma pauta pré-estabelecida, o improviso é ingrediente fundamental no dia a dia da atração.

– Às vezes, os entrevistados nos surpreendem e no improviso damos uma réplica melhor do que qualquer frase pensada. Em geral, ficamos muito expostos – ressalta Andreoli. – Não sabemos quais as respostas que iremos ouvir. E nossa edição não privilegia só os melhores momentos do repórter.

Fonte: Jornal do Brasil

MARCELO TAS NO CARTOON NETWORK

Em seu mais recente projeto, Marcelo Tas mudou de visual e de conteúdo. Saem terno e gravata pretos, característicos do CQC (Band), entram terno e gravata brancos para o Plantão do Tas – Retrospectiva 2009, que vai ao ar amanhã, às 19h, no Cartoon Network.

– O mundo real é muito chato – diz Tas, explicando os motivos para que a equipe do programa escolhesse temas que mexessem com o imaginário das crianças, como pinguins que decidem morar em geladeiras por conta do calor. – Queremos ser a porta de entrada para assuntos como meio ambiente e política.

A partir do dia 4, o Plantão do Tas ganha pílulas diárias, às 19h.

Fonte: Zero Hora

Band renova com nova CQC

Apesar da falta de experiência de Monica Iozzi, conhecida como a CQC fêmea, a Band está apostando suas fichas na menina e renovou o contrato dela, que venceria agora em dezembro.

Monica ficará na emissora até o final de 2010. O primeiro contrato foi de três meses. O segundo, de um ano.

A ideia é lapidar Monica e fazê-la melhorar no improviso, que é a marca registrada do programa, pois ela é considerada meio “dura”. Os produtores precisam ajudá-la a fazer as perguntas.

Aos poucos, Monica irá mais para Brasília no lugar de Danilo Gentilli. Vai substituí-lo eventualmente.

Fonte: Blog da Fabíola Reipert/R7

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Mônica Iozzi deve continuar no CQC em 2010

Por Flávio Ricco.

Foi positiva a avaliação da produtora Cuatro Cabezas em relação ao trabalho da nova integrante do “CQC”, Monica Iozzi.

Ela está garantida no programa das noites de segunda-feira pelo menos até dezembro de 2010.

Fonte: CQC News

CQC é eleito melhor produção humorística pelo segundo ano consecutivo

Pelo segundo ano consecutivo, o CQC foi eleito a melhor produção humorística pela editoria de Variedades da Gazeta do Sul, em votação organizada pela TV Press. A votação elege os melhores e piores do ano da televisão brasileira!

Melhor produção humorística: CQC – Custe o que Custar

A segunda vitória consecutiva do CQC – Custe o que Custar mostra que o humorístico encabeçado pelo irreverente Marcelo Tas ainda tem fôlego de sobra. Tudo bem que o grupo dos “meninos de preto” da Band não levou o prêmio com unanimidade de votos, como no ano passado, mas conseguiu deixar para trás o concorrente Pânico na TV!, que ficou com o segundo lugar. O revezamento entre as duas produções na liderança dessa categoria mostra, dentro do prêmio, a maior fraqueza da Globo: a falta de um humorístico mais sofisticado.

Fontes: Gazeta do Sul e CQC News

Marcelo Tas: "O público quer ousadia"

Você é um sujeito muito crítico quanto a essa questão das celebridades e ao mesmo tempo está num programa que, ao desconstruir e agredir esse meio, acaba contribuindo para fazer com que ele apareça. Como você se situa nisso?

O CQC pode ser um veículo muito poderoso para algumas figuras que a gente critica, mas é parte do jogo. É um programa arriscado e a gente gosta disso. Trabalhamos numa fronteira do jornalismo com o humor. Muitas vezes resvala numa região arriscada e por isso as pessoas gostam do programa. Não podemos cair na tentação do desrespeito, mesmo ironizando uma figura. A gente não gosta do Sarney, por exemplo, que é uma das figuras mais nocivas à República brasileira, mas tenho que tratar o cara dentro desse limite para não usar as mesmas ferramentas que ele usa, como o desrespeito à sociedade, a censura, a truculência. Agora, a gente sabe que figuras como ele podem se beneficiar do CQC sendo simpáticas ou caras de pau. O Maluf, por exemplo, fala muito com o CQC. Ele sabe que é importante usar o programa como um veículo. A gente dá o espaço. É importante porque senão estaríamos sendo os manipuladores.

O humor crítico no Brasil mudou nos últimos 10 anos?

Poderia ter mudado mais. O público quer mais ousadia que a gente oferece. Por isso o CQC, na minha visão, causou tanto impacto. Dele para a última ousadia da televisão tem pelo menos cinco anos, que foi o Pânico. Nem é a mesma praia, mas foi uma grande ousadia. E do Pânico para a ousadia anterior, que foi o Casseta e planeta, tem mais cinco ou oito anos. Acho lamentável porque esses programas mostram que o público gosta da ousadia, da irreverência.

Tem alguma coisa que você não goste no CQC?

Muitas. Acho que ainda é um programa muito sexista, uma coisa que é inevitável porque é muita testosterona, muito macho e, às vezes, passa do tolerável na questão do machismo ou da grossura. Agora, com a Mônica (Iozzi), a gente está procurando trabalhar uma outra região e, mesmo assim, a gente não pode cair no outro lado da moeda. É um equilíbrio muito delicado, mas gostamos de acelerar, passar bem perto do ponto onde o carro pode capotar, porque esse é o nosso esporte.

Quanto há de Ernesto Varela, uma de suas primeiras experiências com jornalismo e humor, no CQC?

O DNA é parecido, é o mesmo. No CQC cada um dos meninos desenvolveu o seu próprio repertório. O Varela era um guerrilheiro, ele e sua equipe, dentro de uma trincheira, quase um ET no jornalismo brasileiro. O CQC é um canhão em rede nacional, com estrutura que jamais tive. Sempre sonhei com o CQC.

Você costuma dizer que hoje, quem não sabe ouvir está perdido. O que significa saber ouvir no Brasil contemporâneo?

Quem não ouve está fora do jogo, fora da brincadeira. As pessoas, as empresas, os jornais, os pais, os professores, quem não ouvir hoje dançou por causa da velocidade da rede. Qualquer coisa que a gente faça hoje é em rede, inclusive as coisas antigas. Mesmo os jornais de papel são feitos em rede. Mesmo que não tenha um twitter ou não seja interessado nisso, você já está nessa era, todos nósestamos. Estou falando de empresas, escolas, namorados, tios, sobrinhos. Eu gosto muito disso. Acho que quem trabalha com comunicação vive uma era muito especial e procuro olhar justamente quem está fazendo coisas legais.

Como encara a superexposição das pessoas na internet? Seu twitter é um dos mais seguidos do Brasil. Essa superexposição não multiplica o vazio?

Se tem esvaziamento ou aprofundamento, depende da gente. O que tem hoje nessas ferramentas é uma velocidade muito alta e uma capacidade de atingir pessoas que você nunca atingiu. No meu caso tem uma coisa extra, que é a capacidade de ouvir pessoas. A televisão não permite isso, é um veículo surdo onde as pessoas só falam e onde fui forjado. Passei duas décadas de trabalho só falando e ouvindo muito pouco as pessoas. O twitter é um lugar onde ouço as pessoas. Passo o dia ouvindo muito e em silêncio a maior parte do tempo.

Nunca antes na história deste país aparece em diversas listas de mais vendidos. A que você atribui este sucesso?

A um interessee um desconhecimento, por incrível que pareça, sobre a história do Lula. Estou chocado com a pesquisa que fiz para o livro. Descobri muita coisa que não sabia do presidente, e olha que corro atrás dele desde 1983. Mesmo com toda essa mídia em cima dele até hoje existem lacunas. O Lula tem uma personalidade muito de horário comercial. Ele está sempre trabalhando e nunca com a postura desarmada. Fala pouco com a imprensa. E tem outra questão. Tem gente que acha o Lula um péssimo presidente e tem gente que acha que ele é um gênio. Como não acho nenhuma das duas coisas, me interessou fazer um livro que não tomasse partido e, como quase tudo que faço, acabou criando uma dúvida até sobre qual é o meu partido. Chamo isso de bipolaridade que a gente tem em relação ao Lula. Se você faz uma crítica é porque você é contra; se você elogia, é a favor. Acho que há uma falta de maturidade no Brasil em relação a uma estabilidade democrática, a gente ainda age com espírito meio de Guerra Fria. Nesse livro procuro contribuir um pouco para isso causando mais confusão. As pessoas nunca sabem se sou lulista, se sou tucano. Aliás, sou acusado das duas coisas.

Você ora é acusado de ser governista, ora de ser oposição. Qual seu time, afinal?

Não tenho compromisso com nenhum partido. Já votei em todos os partidos. Isso é uma coisa de que me orgulho muito. Minha tarefa neste mundo é de espírito de porco, estou cada vez mais convencido disso. Na última eleição cometi uma ousadia. Nunca tinha votado no Democratas e votei no Afif Domingos. Para mim, não tem mais diferença entre ter Afif ou Suplicy. Não há diferença entre PT e Democratas enquanto ética ou crença em uma democracia. Os dois acreditam na democracia e têm defeitos graves. Não é um compromisso partidário ou ideológico que guia minha vida, porque acredito que a mudança não vem daí. Por isso até admiro o presidente. Lula tem nos seus maiores pecados, às vezes, suas virtudes. Um cara que abraça o Jader Barbalho tem que ter estômago de avestruz. É um cara muito contraditório. Mas ele tem ao mesmo tempo esse estômago que faz com que consiga tocar o país com relativo sucesso na área econômica e até na área política.

Gostaria de mandar um recado para Lula ou Dilma?

Será que eles vão ouvir? Meu recado seria esse: ouçam mais as perguntas. Acredito que os políticos não precisam ter medo de se expor. E acredito que o presidente é o cara. Ele não precisava se cercar tanto, poderia se expor mais, dar mais a cara para bater porque é capaz de sair de qualquer situação. O Brasil pode ser um país respeitoso e divertido ao mesmo tempo. E a gente pode tratar a política com contundência, mas também com humor. Temos que aprender um pouco a sair de uma seriedade falsa que geralmente está muito estampada no Senado, o que menos aprendeu essa lição da democracia. O Senado é blindado, as pessoas não são permeáveis, são pessoas muito sérias, cheias de problemas na Justiça, mas seriíssimas, impenetráveis.

Fonte: Diário de Pernambuco

Marcelo Tas estreia telejornal de mentirinha no Cartoon


Acostumado a lidar com meia dúzia de marmanjos no "CQC", Marcelo Tas assume outra bancada a partir desta semana. Vá lá, uma bancadinha. Depois de 15 anos afastado do universo infantil, o jornalista volta a falar para os pequenos - como nos tempos do Professor Tibúrcio em "Rá-Tim-Bum" e do Telekid, do "Castelo Rá-Tim-Bum" - e comanda o "Plantão do Tas" no Cartoon Network. A atração - formada por pílulas diárias com dois minutos de duração - será exibida todos os dias, às 19h, a partir do dia 4. No entanto, antes mesmo da estreia oficial, o programa já ganhou um especial. Em uma espécie de paródia das clássicas retrospectivas de fim de ano, às 19h do 31 de dezembro Tas conta as melhores notícias inventadas. Isso mesmo: ali, o editor tem um pé no faz de conta.

- Na verdade, é um plantão de notícias absurdas, na verdade. São notícias falsas, absolutamente inverídicas, mas que jogam muito com universo do absurdo, de coisas meio que "isso é falso, mas talvez um dia possa acontecer". Por exemplo, tem uma matéria sobre aquecimento global que mostra pinguins no Pólo Sul morando dentro da geladeira... Esse é um projeto em que estava trabalhando há pelo menos cinco anos. Naquela época, o Cartoon só permitia desenhos em sua programação. Mas as coisas começaram a mudar - explica Tas.

No noticiário, o jornalista vai contar com a ajuda de dois repórteres mirins: Iolanda Violeta e Hugo Mascarenhas, interpretados por Gabriella Mustafá, de 11 anos, e Marcos Felipe Oliveira, de 13. A dupla mirim, garante o jornalista, dá menos trabalho que Rafinha Bastos, Danilo Gentili e os demais rapazes do "CQC".

- As crianças são muito mais educadas! São mais inteligentes e disciplinadas que todos aqueles animais. Isso é verdade, não estou brincando - diz Tas, entre risos. - Fui para a gravação, digamos, um pouco verde como ator. Filmamos tudo em uma semana, em Buenos Aires, e no primeiro dia achei que os meninos iam demorar um pouquinho para pegar o ritmo, e que aquele seria o meu tempo de me preparar. Mas eles estavam prontos, com textos decorados, e eu é que tive que correr atrás.

A exemplo do "CQC", o "Plantão do Tas" leva a assinatura da Cuatro Cabezas, a mesma produtora argentina do programa da Band. Alex Baldin, roteirista-chefe do humorístico, também coordena os roteiros da nova atração do Cartoon Network. Mas Tas conta que também deu seus palpites.

- Tive participação criativa nos textos. Assim como acontece com o "CQC", que era pra ser de adulto e tem muita criança assistindo, as notícias do "Plantão" são engraçadas, do tipo que mexem com o imaginário infantil, mas que também agradam aos mais velhos. E a linguagem do humor amplia muito a audiência dos programas - avalia o apresentador.

Os adultos que hoje acompanham Tas no "CQC" certamente lembram que o humor para o público infantil sempre esteve presente no trabalho do apresentador. Quem nasceu nos anos 80 provavelmente lembra do Professor Tibúrcio, do "Rá-Tim-Bum", exibido em 1989 pela TV Cultura. No quadro, o personagem esclarecia as dúvidas das crianças - não antes de dizer o tradicional "olá, classe!". Em 1994, no "Castelo Rá-Tim-Bum", a função do professor foi assumida por Telekid, que estrelava o quadro "Por quê?".

- No "Rá-Tim-Bum", eu gravava sozinho, no estúdio. Essa é a primeira vez que contraceno com crianças, que são justamente o público para quem mais gosto de trabalhar na TV - conta o apresentador, que diz acreditar no poder da inteligência para conquistar o público infantil. - Este é um telespectador muito exigente. Quando você consegue provocar a curiosidade, a inteligência das crianças, você consegue pegar esse público.

Com um novo ano do "CQC" garantido na Band, Tas já pensa, claro, em novos episódios para o plantão do Cartoon Network e em novos projetos com o canal.

- Se pudesse, faria TV para crianças o tempo todo. Esse é um projeto que exige uma dedicação muito grande, mas antes da estreia já inventamos moda e criamos o especial... - deixa no ar.

Fonte: O Globo

Comediantes do CQC na Concha Acústica do TCA


Depois do sucesso de público do espetáculo apresentado por Marco Luque, no TCA, com direito a sessão extra, é a vez de Rafinha Bastos e Danilo Gentili, seus colegas no programa CQC, realizarem em Salvador um show de stand-up comedy, com piadas e comentários humorísticos.

A dupla dividirá o palco para apresentação única, na Concha, no dia 30 de janeiro, às 19 horas. O ingresso custa R$ 50 (inteira), mas ainda não está à venda.

Fonte: A Tarde Online