O CQC desta segunda-feira (30/08) ficou em segundo e terceiro lugares na média de audiência (em segundo às 23h40 com média de 8.3 pontos e às 00h01 com 6.1 pontos). Exibido na faixa das 22h20 às 00h15, a atração registrou de 6.1 pontos de média, 9 pontos de pico e 11% de share para a Band.
Fonte: Portal CQC
terça-feira, 31 de agosto de 2010
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Hoje é dia de CQC!!! - #111

Oba!!!! A mordaça ao humor nas eleições acabou e por isso, a edição 111 do CQC será muito especial. Veja o que a trupe comandada por Marcelo Tas preparou para hoje:
Entre outras:
VICE-PRESIDENCIÁVEIS
PRÊMIO MULTISHOW
SEM CENSURA: TUDO O QUE NÃO FIZEMOS ANTES COM CANDIDATOS
FILME: BELINI E O DEMÔNIO
CLINICA DE OLHOS
PROTESTE JÁ: APOSTILAS QUE DESEDUCAM
FESTINHA DA ATHINA ONASSIS
CQ TESTE: LUISA POSSI
DOCUMENTO DA SEMANA: REDES SOCIAIS
O POVO QUER SABER: RITA CADILLAC
TOP 5
Anote aí: O CQC começa às 22h15 (mas pode começar às 22h20). Olho no CQC. Olho na Band.
*Com informações do Blog do Tas
Ilustra: Lina Silva
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Renato Chagas
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14:29
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domingo, 29 de agosto de 2010
Proibição de piadas com políticos foi um tiro no próprio pé, diz humorista do CQC

O ator Oscar Filho falou ao R7 nesta sexta-feira (27) sobre os planos do CQC
No embalo da liberação do humor com candidatos em emissoras de rádio e TV, que aconteceu nesta quinta (26), o R7 tentou descobrir se alguns programas de humor da televisão brasileira vão aproveitar a “liberdade” para satirizar as exóticas campanhas eleitorais em andamento.
As piadas envolvendo candidatos às eleições deste ano no Brasil estavam proibidas por uma norma desde o dia 1º de julho.
A apresentadora Sabrina Sato, do Pânico na TV (Rede TV!), não foi localizada – seu telefone celular permanece desligado -, mas o humorista Oscar Filho, do programa CQC (Band), respondeu a algumas perguntas enviadas pelo R7.
Leia, abaixo, o pingue-pongue com o artista. Aparentemente, ele está bastante consciente do papel dos humoristas, em um país no qual o horário político oferece - ao menos duas vezes por dia - uma variedade de piadas prontas.
O lado complexo da questão é escolher entre o riso espontâneo, o constrangimento e o choro em frente à TV.
R7 - Você acha que sem essa proibição a cobertura das eleições ganha uma nova possibilidade de mostrar quem são, de verdade, os candidatos que estão na disputa?
Oscar Filho - Sim, é um poder a mais que nós temos. As coisas estão muito homogêneas hoje em dia, todos os candidatos são muito iguais. Antigamente, víamos brigas homéricas do Brizola contra o Maluf, por exemplo. Talvez não fosse elegante, mas mostrava a personalidade real da pessoa e a paixão por aquilo [que fazia]. Hoje, vemos candidatos fazendo plásticas para serem melhor aceitos pelo eleitor. Quem nunca sorriu antes está com um sorriso que vai até a testa. Então os programas podem questionar essas atitudes e colocar os candidatos contra a parede um pouco mais. Se eles ficam na zona de conforto e seguem direitinho o que dizem os assessores de imagem, tudo fica fácil e bonito demais.
R7 - Você considera que o movimento Humor sem Censura vai inspirar na população uma vontade maior de lutar contra as coisas erradas que acontecem no país?
OF - Eu acho que é um dos caminhos. A democracia é muito jovem no nosso país, tem só 21 anos. Sendo assim, não sabemos como lidar com essa liberdade toda. De forma geral, não sabemos como ou onde procurar informações sobre os políticos, quem são e por que estão sendo candidatos a tais cargos, e, se eleitos, qual poder terão exatamente. Não sabemos o que é cidadania e que ela pode fazer grande diferença se for consciente a todos.
R7 - A produção do CQC está preparando alguma coisa para aproveitar a queda da proibição? Como vocês pretendem usar essa nova “arma” no programa?
OF - Ai, caramba, isso eu não sei. Foi ontem de noite que aconteceu, então não sei. Mas acredito que vai ser citado, sim, não é um assunto que passará em branco.
R7 – Como você se sentiu sabendo que parte do seu trabalho no CQC estava sendo censurada? E qual a experiência que você tirou desse período?
OF - A censura, de uma maneira geral, é um desastre. Ser cidadão de verdade é compreender que quem escolhe os candidatos somos nós. Portanto, eles são funcionários de todos que pagam altos impostos. E mais, são eleitos para defender o interesse público. Duvido que o interesse público seja censurar o humor político, por exemplo. Me senti atado de certa forma, porque, em matérias políticas, certas perguntas não poderiam ser feitas porque poderiam ser interpretadas como ultrajantes.Perguntas são perguntas, quem quiser que as responda. A experiência é a confirmação de que se o povo se unir e souber o que está fazendo, as coisas mudam mesmo. O movimento Humor sem Censura, que o humorista carioca Fábio Porchat iniciou, fez fomentar uma série de discussões na internet sobre o assunto, o que culminou na passeata. O questionamento sobre qualquer assunto é o caminho progressivo para a clareza do que está se discutindo. É o que o TSE queria impedir: questionamentos políticos sérios usando o humor como ferramenta. Só que foi um tiro no pé, pois a censura faz a discussão ficar bem mais apimentada.
Fonte: R7
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Renato Chagas
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15:11
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STF libera piadas com candidatos
A liminar concedida pelo ministro Carlos Ayres Britto, do Supremo Tribunal (STF), que libera as emissoras de televisão e de rádio a exibir programas com sátiras a candidatos no período eleitoral foi bem recebida por humoristas, que, no último domingo, fizeram uma passeata que reuniu cerca de mil pessoas no calçadão de Copacabana, no Rio de Janeiro. Dono de um humor ácido, Danilo Gentili, integrante do humorístico Custe o que custar (CQC), da TV Bandeirantes, comemorou a decisão do STF, mas ressaltou que esse tipo de sentença não tem tanta eficácia no Brasil.
"Os canais de televisão são concessões públicas. Quando nós mexemos com um político influente e ele se incomoda, o cara liga para o dono da TV e a piada é censurada de qualquer maneira. É por essas e outras que estou preparando, há três semanas, um texto para ser apresentado especialmente em Brasília, na antevéspera das eleições, no Teatro Nacional, só com piadas políticas", revela Gentili, explicando que o show, com duração de aproximadamente uma hora, será exibido, ao vivo, via internet para todo o país.
Um dos idealizadores da passeata, o humorista Fábio Porchat frisou que o evento no Rio de Janeiro foi importante para "colocar uma lente de aumento sobre o problema". Segundo ele, a manifestação teve repercussão internacional e ajudou a ter uma solução rápida. "Estarei na capital federal, na próxima semana, para uma reunião com o ministro da Cultura, Juca Ferreira. Ele me ligou para dizer que está do nosso lado", disse. "Vamos esperar que a decisão definitiva do STF, que deve sair em setembro, também seja favorável aos humoristas", completou.
Apresentador do CQC, Marcelo Tas creditou a decisão do ministro Ayres Britto à mobilização feita por humoristas, que fizeram protestos em diversos pontos do país. "Vejo como uma demonstração de sensatez do ministro Ayres Britto." Em relação aos planos do CQC a partir da liberação da lei, Tas evitou adiantar o conteúdo do programa, mas prometeu que não vai exagerar. Segundo ele, "a melhor resposta sempre é olhar para o poder com um olhar crítico" e "fazer do humor uma lente que enxerga os defeitos das pessoas". Questionado sobre os riscos de ter de conceder direitos de resposta a candidatos que possam se sentir prejudicados pelas eventuais piadas, Marcelo Tas foi enfático. "Temos que estar preparados sempre para o pior. Quem vive num país em que o Senado tem como presidente o José Sarney (PMDB-AP) tem que estar preparado para tudo", resumiu.
O ator brasiliense Felipe Gracindo, do Grupo G7, lamentou não ter participado da manifestação de domingo passado, mas comemorou o que chamou de decisão sensata do Supremo. "A limitação que a lei faz à liberdade de expressão é um passo inicial para que você tenha outras liberdades desrespeitadas."
Entenda o caso
A liminar concedida na noite de quinta-feira pelo ministro Carlos Ayres Britto à Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e TV (Abert) permite que sejam veiculados programas de humor com sátiras a candidatos que disputam as eleições. Em sua decisão, Britto suspendeu parte do artigo 45 da Lei Eleitoral, que proíbe, no período de três meses que antecede o pleito, o uso "de trucagem, montagem ou outro recurso de áudio ou vídeo que, de qualquer forma, degradem ou ridicularizem candidato, partido ou coligação". A decisão ainda não é definitiva. O julgamento em plenário deve ocorrer em setembro. Até lá, os efeitos da liminar permitirão as piadas com políticos.
Fonte: Diário de Pernambuco
"Os canais de televisão são concessões públicas. Quando nós mexemos com um político influente e ele se incomoda, o cara liga para o dono da TV e a piada é censurada de qualquer maneira. É por essas e outras que estou preparando, há três semanas, um texto para ser apresentado especialmente em Brasília, na antevéspera das eleições, no Teatro Nacional, só com piadas políticas", revela Gentili, explicando que o show, com duração de aproximadamente uma hora, será exibido, ao vivo, via internet para todo o país.
Um dos idealizadores da passeata, o humorista Fábio Porchat frisou que o evento no Rio de Janeiro foi importante para "colocar uma lente de aumento sobre o problema". Segundo ele, a manifestação teve repercussão internacional e ajudou a ter uma solução rápida. "Estarei na capital federal, na próxima semana, para uma reunião com o ministro da Cultura, Juca Ferreira. Ele me ligou para dizer que está do nosso lado", disse. "Vamos esperar que a decisão definitiva do STF, que deve sair em setembro, também seja favorável aos humoristas", completou.
Apresentador do CQC, Marcelo Tas creditou a decisão do ministro Ayres Britto à mobilização feita por humoristas, que fizeram protestos em diversos pontos do país. "Vejo como uma demonstração de sensatez do ministro Ayres Britto." Em relação aos planos do CQC a partir da liberação da lei, Tas evitou adiantar o conteúdo do programa, mas prometeu que não vai exagerar. Segundo ele, "a melhor resposta sempre é olhar para o poder com um olhar crítico" e "fazer do humor uma lente que enxerga os defeitos das pessoas". Questionado sobre os riscos de ter de conceder direitos de resposta a candidatos que possam se sentir prejudicados pelas eventuais piadas, Marcelo Tas foi enfático. "Temos que estar preparados sempre para o pior. Quem vive num país em que o Senado tem como presidente o José Sarney (PMDB-AP) tem que estar preparado para tudo", resumiu.
O ator brasiliense Felipe Gracindo, do Grupo G7, lamentou não ter participado da manifestação de domingo passado, mas comemorou o que chamou de decisão sensata do Supremo. "A limitação que a lei faz à liberdade de expressão é um passo inicial para que você tenha outras liberdades desrespeitadas."
Entenda o caso
A liminar concedida na noite de quinta-feira pelo ministro Carlos Ayres Britto à Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e TV (Abert) permite que sejam veiculados programas de humor com sátiras a candidatos que disputam as eleições. Em sua decisão, Britto suspendeu parte do artigo 45 da Lei Eleitoral, que proíbe, no período de três meses que antecede o pleito, o uso "de trucagem, montagem ou outro recurso de áudio ou vídeo que, de qualquer forma, degradem ou ridicularizem candidato, partido ou coligação". A decisão ainda não é definitiva. O julgamento em plenário deve ocorrer em setembro. Até lá, os efeitos da liminar permitirão as piadas com políticos.
Fonte: Diário de Pernambuco
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15:09
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Marco Luque, apresentador do 'CQC', vai ser papai

Marco Luque, apresentador do CQC e do Formigueiro, da Band, está radiante porque sua namorada, Flávia Vitorino, está grávida.
Os dois se conhecem há 1 ano e a notícia, apesar de inesperada, foi recebida com alegria pelo casal. "Estou muito feliz e essa gravidez só veio a confirmar meu amor pela Flávia e minha vontade de constituir uma família", diz Luque.
Fonte: Terra
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15:07
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quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Novidades sobre "A Liga"
Classe Turista, sobre brasileiros espalhados pelo mundo, é uma das próximas novidades na programação da Bandeirantes. Vai ser exibido durante as férias de A Liga nas noites de terça. A propósito, a mesma Band já confirma a segunda temporada de A Liga, para exibição no ano que vem.
Fonte: Canal 1
Fonte: Canal 1
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09:52
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Band exibirá “É Tudo Improviso” na faixa das 22h e prepara piloto de novo programa para Danilo Gentili
A Band promoverá algumas mudanças em sua grade nos próximos meses. Uma delas será a troca de horário do programa humorístico “É Tudo Improviso”. A emissora já está gravando a terceira temporada da atração, que será exibida mais cedo, por volta das 22h30. A nova leva de episódios do programa ainda não possui data prevista para estrear.
Outra novidade na grade da emissora do Morumbi será o novo programa de Danilo Gentili, que já teve a produção de um episódio piloto autorizada. A atração estreará apenas em 2011. Seu programa será um talk show parecido com o de Jô Soares, exibido nas madrugadas da TV Globo.
Enquanto as novidades ainda não estreiam na grade, o canal resolveu promover mudanças no reality “Busão do Brasil”, fracasso de audiência. Para tentar elevar os números, a emissora resolveu trocar o dia de eliminação para as terças – antes ia ao ar às sextas – além de focar mais nos conflitos de relacionamento dos participantes, ao invés de enfatizar apenas as cenas de mulheres de biquíni.
Fonte: Olho na Tela, Olho na Band; com informações de O Estado de S. Paulo
Outra novidade na grade da emissora do Morumbi será o novo programa de Danilo Gentili, que já teve a produção de um episódio piloto autorizada. A atração estreará apenas em 2011. Seu programa será um talk show parecido com o de Jô Soares, exibido nas madrugadas da TV Globo.
Enquanto as novidades ainda não estreiam na grade, o canal resolveu promover mudanças no reality “Busão do Brasil”, fracasso de audiência. Para tentar elevar os números, a emissora resolveu trocar o dia de eliminação para as terças – antes ia ao ar às sextas – além de focar mais nos conflitos de relacionamento dos participantes, ao invés de enfatizar apenas as cenas de mulheres de biquíni.
Fonte: Olho na Tela, Olho na Band; com informações de O Estado de S. Paulo
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09:50
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É mais difícil entrevistar políticos hoje do que na época da ditadura É mais difícil entrevistar políticos hoje do que na época da ditadura
Nos anos 1980, Marcelo Tristão Athayde de Souza era estudante de engenharia. Num jornalzinho da faculdade, descobriu o dom para a comunicação e o nome que lhe acompanharia: Marcelo Tas (tirado das iniciais de seu sobrenome). Dali pulou para uma produtora que apontava novos caminhos para a tevê. Seu personagem mais famoso, Ernesto Varela, desconcertava políticos com perguntas inusitadas. Nunca mais deixaria as telinhas, e nem a aspiração pela ousadia. Entusiasta da internet, Tas ironiza os que se põem contra os avanços tecnológicos: “Eles estão boiando”. Hoje comanda um dos mais elogiados programas da tevê aberta, o CQC. Como no começo da carreira, continua a deixar os políticos embaraçados. “O maior medo deles é estar diante de uma situação na qual são obrigados a dizer a verdade”, conclui.Como um estudante de engenharia foi se ligar em comunicação? Havia um jornalzinho anarquista na faculdade que eu adorava. Me tornei editor e fiquei três anos na função. Eu escrevia uma espécie de coluna social que se chamava Calúnia Social. E detonava o movimento estudantil, tanto da esquerda quanto da direita. Um dia, entrevistei uma menina linda ligada à esquerda. Só que na entrevista falamos apenas de sua vida sexual, de namorados, orgasmos. Fui até ameaçado, mas ela adorou a entrevista… Isto sempre aconteceu na minha vida: o pessoal da esquerda acha que sou de direita, o da direita acha que sou de esquerda, e recebo pancadas dos dois lados.
Você criou essa imagem propositalmente? Não. Eu faço o que gosto, de forma intuitiva. Não tenho nenhuma intenção de esconder minhas convicções. Se quiserem saber realmente sobre o que penso do Lula, do Serra, do Quércia, deixo claro minha opinião. Mas sou discípulo daquele ensinamento do Chacrinha: “Eu vim pra confundir, não pra explicar”.
Na produtora de vídeo Olhar Eletrônico, quais eram as aspirações do grupo? Nossas aspirações eram simplesmente as máximas possíveis. Escrevemos nossa intenção num livro de ata: “Revolucionar a tevê do terceiro milênio”, desse jeito mesmo. A tevê era muito quadrada, feita com câmeras grandes, pesadas. Ninguém tinha câmeras em casa. Até que conseguimos umas menorzinhas. Íamos às ruas, inventávamos nossas próprias matérias e víamos que o resultado era similar a uma matéria de tevê. Só não tínhamos lugar para veiculá-las. Isso até o apresentador Goulart de Andrade começar a exibir nossas matérias.
Havia desconfiança em relação ao que vocês faziam? Éramos totalmente pró-tecnologia e rolava um certo preconceito. Igualzinho ao que rola hoje em relação à internet. Os intelectuais da USP diziam: “A televisão, o vídeo, é tudo uma diluição e blablablá”, aquele monte de conceitos. Igual ao que se fala hoje do Twitter. Eles estavam tão perdidos naquela época como estão perdidos hoje. Continuam boiando… Diante de uma novidade, há quem prefira se manter na ignorância, na distância, no “não me misturo com isso”. Essas pessoas não veem que o mundo já foi transformado por essas tecnologias.
Nessa época surgiu o Ernesto Varela. Como era, ainda na ditadura, fazer perguntas tão provocativas a políticos? Muito excitante. E digo mais: hoje é mais difícil entrevistar políticos do que na época da ditadura. No CQC temos um controle absurdo na hora de falar com políticos. Para se aproximar do presidente ou mesmo de um candidato a deputado, temos que passar por barreiras de segurança. Às vezes apanhamos – coisa que não acontecia quando me aproximava do ex-presidente Figueiredo, por exemplo. Jamais um segurança do Figueiredo me deu uma porrada na frente das câmeras.
Por que os políticos lidam tão mal com programas como o CQC? O maior medo deles é estar diante de uma situação na qual são obrigados a dizer a verdade. Eles têm aparatos gigantescos para evitá-la: marqueteiros, assessoria de imprensa, estrategistas, seguranças, carros blindados. Eu acho uma burrice. Porque algo diferente, mais quente, seria bom para eles. Hoje é tudo morninho, tudo “photoshopado”… Eles acreditam que, assim, cuidam das suas imagens. Pelo contrário. Assim a imagem deles perde totalmente a relevância. O que pensam não repercute na opinião pública, ninguém está nem aí. Aos poucos, o CQC foi ganhando relevância porque com a gente eles falam de outro jeito. O primeiro a sacar isso foi o Lula. Depois, o Maluf, que é muito esperto. Ele sabe que, por mais que apanhe ao se aproximar do microfone do CQC, vai interagir com pessoas que não se importavam mais com ele. E pode ser até que ganhe novos simpatizantes.
Em 1986, como Ernesto Varela, você entrevistou Nabi Abi Chedid e ocorreu uma discussão homérica. Há pouco tempo ocorreu o mesmo com o prefeito de Barueri durante uma matéria do CQC. Os acontecimentos foram parecidos? Os dois casos têm muito a ver. Mas, para fazer justiça ao Nabi, ele nunca tentou me censurar, mesmo com poderes para isso. Ele era chefe da delegação na Copa de 1986 e havia proibido os jogadores de falar sobre política. O Brasil vivia eleições, e tínhamos a seleção mais politizada da história: Sócrates, Casagrande… Eu estava indo fazer outra reportagem pelo pool SBT e Record quando ouvi a notícia pelo rádio do carro e resolvi ir para a concentração. Estava rolando uma entrevista coletiva, e, para minha surpresa, ninguém havia questionado o Nabi sobre a proibição. Só no fim da coletiva consegui pegá-lo. Rolou uma grande discussão, ele me chamou de mau brasileiro e outras coisas mais. Talvez seja uma das minhas entrevistas que mais repercutiram. À noite, no hotel, toda a cúpula dos cronistas esportivos nos visitou para ver a matéria em primeira mão: Juca Kfouri, Alberto Helena, Ricardo Kostcho. Mas não recebi represália nenhuma do Nabi. Tive acesso total aos treinos e aos jogos. Hoje rola uma limitação gigantesca ao trabalho do jornalista e a gente acha normal. É revoltante este ambiente de censura em que vivemos.
Como no caso do prefeito de Barueri? Por que ele agiu daquela forma agressiva? Ele agiu no DNA antigo, que chamo de DNA analógico – quando só se fala, não se ouve. Danem-se o telespectador e o eleitor. Age-se como se não fosse haver reação. No mundo digital, as coisas são diferentes. Mas um prefeito do interior de São Paulo conseguir censurar um programa televisivo… Isso é muito preocupante. O Brasil avançou numa série de coisas, mas ainda há instrumentos de censura à livre expressão.
Como falar de política em ano de eleição? Nós brincamos de Chico Buarque, “fazendo música” com segundos, terceiros, quartos sentidos. No período em que as pessoas mais querem discussões políticas, é proibido ter debate político na tevê. É ridículo. Chega ao ponto de cartunista ser proibido de ironizar a figura dos candidatos. O que vai fazer um cartunista sem ironia? É a mesma coisa que um médico sem bisturi. Isso despolitiza uma geração. Pelo CQC, percebo que as pessoas estão voltando a se interessar por política.
Você acredita que a tevê melhorou dos anos 1980 pra cá? Não digo que melhorou. Prefiro dizer que andou bastante. Mas ainda está muito aquém do que o telespectador espera, principalmente no quesito ousadia. O telespectador já está pronto para a ousadia, e a tevê fica sonegando isso. Vai soltando homeopaticamente. A ousadia dá sempre certo: CQC, Pânico, TV Pirata, novela Pantanal. Mas olha essas novelas atuais… São todas iguais. Os mesmos cenários, os mesmos apartamentos. Parece que são filmadas na Tok&Stok.
A internet é uma revolução nos meios de comunicação? A internet é um nó dramático em nossa história. O rádio, a tevê, o jornal, o cinema foram cortes lineares. A internet é um corte não linear, que afeta toda a cadeia. Antes, aparecia a tevê e afetava um pouco o cinema. Logo depois os dois conviviam novamente. Agora temos um corte que afeta da indústria de pasta de dente à produção de livros, da tevê à indústria fonográfica. E tudo ao mesmo tempo.
E no campo educacional, o que mudou? A escola deve estar muito atenta à internet. O aluno que chega hoje numa sala de aula não tem mais um único provedor de informação, como eu tive, que era o professor. Hoje tem milhares. O aluno precisa desenvolver outras habilidades para discernir, filtrar as informações às quais tem acesso. O papel do professor hoje é auxiliá-lo neste processo.
Qual é o papel do Brasil diante de tantas transformações mundiais? O Brasil precisa chegar ao presente. Nós fomos durante muito tempo em direção ao futuro. Agora temos que chegar ao presente e perceber que temos uma chance enorme nas mãos. Nem é preciso grandes elucubrações filosóficas. Hoje, ao lado da Índia, do México e de alguns outros países, temos uma chance gigantesca de começar a ter um papel relevante na história humana. Claro que sem esse primitivismo com que tratamos a liberdade de expressão, sem esse pouco investimento em educação. Nossa chance está presente. As pessoas, mesmo que aos trancos e barrancos, estão cada vez mais tendo acesso à informação, indo à escola, se formando. O País tem saúde comercial. Quer um exemplo? Nossos voos estão sempre lotados. Às vezes pego avião em horários inusitados e percebo esse fenômeno. Tem voo às 23h de São Paulo a Aracaju, e está totalmente cheio. Dá vontade de perguntar: “O que vocês estão indo fazer em Aracaju a esta hora?!”.
Fonte: Almanaque Brasil
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Renato Chagas
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08:30
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quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Felipe Andreoli, do CQC, quer apresentar programa na TV

Um dos talentos do programa CQC, da Band, Felipe Andreoli sonha em um dia ter um programa só para ele. "Eu quero um também né!", disse ele a imprensa que cobria a Festa do 'Seo' João 2010, da Band, em São Paulo.
Esperto e ligeiro, Andreoli já mexeu os pauzinhos e comunicou a diretoria da emissora sobre seu desejo e projetos guardados. "Vai ter, mas ainda não estou negociando nada. Estava brincando com os chefes que é óbvio, tenho minhas ambições e vontades também. É lógico que quero ter meu programa. Tenho várias idéias e bem diferentes. Uma para o esporte, outra para assuntos gerais, e aí vai. Todos eles estarão sempre ligados ao entretenimento", adiantou o humorista.
Paralelamente ao CQC, seus colegas Marco Luque, comanda O Formigueiro, e Rafinha Bastos, está a frente de A Liga. "A grande diferença que posso dizer sobre os meus projetos com os dos meninos, apesar do Rafinha fazer o programa que não é com humor, o meu vai ser humorado, leve e com entretenimento, mas com certeza não vai ser um programa de humor. Eu nunca fui um cara do humor, eu sou um cara do jornalismo, mas o humor esta sempre presente nas minhas coisas", falou ele.
E tempo para namorar? "Sempre tem", disse ele, que está solteiro. Mas avisa que para ser namorada dele é preciso de alguns quesitos. "Para ser minha namorada é preciso ser cúmplice. Ela vai ter que agüentar minhas viagens, minhas matérias em que eu brinco com as mulheres. Vai ter que me acompanhar, eventualmente, aos shows que faço aos finais de semana", exigiu Felipe Andreoli.
Fonte: Fofoki
Esperto e ligeiro, Andreoli já mexeu os pauzinhos e comunicou a diretoria da emissora sobre seu desejo e projetos guardados. "Vai ter, mas ainda não estou negociando nada. Estava brincando com os chefes que é óbvio, tenho minhas ambições e vontades também. É lógico que quero ter meu programa. Tenho várias idéias e bem diferentes. Uma para o esporte, outra para assuntos gerais, e aí vai. Todos eles estarão sempre ligados ao entretenimento", adiantou o humorista.
Paralelamente ao CQC, seus colegas Marco Luque, comanda O Formigueiro, e Rafinha Bastos, está a frente de A Liga. "A grande diferença que posso dizer sobre os meus projetos com os dos meninos, apesar do Rafinha fazer o programa que não é com humor, o meu vai ser humorado, leve e com entretenimento, mas com certeza não vai ser um programa de humor. Eu nunca fui um cara do humor, eu sou um cara do jornalismo, mas o humor esta sempre presente nas minhas coisas", falou ele.
E tempo para namorar? "Sempre tem", disse ele, que está solteiro. Mas avisa que para ser namorada dele é preciso de alguns quesitos. "Para ser minha namorada é preciso ser cúmplice. Ela vai ter que agüentar minhas viagens, minhas matérias em que eu brinco com as mulheres. Vai ter que me acompanhar, eventualmente, aos shows que faço aos finais de semana", exigiu Felipe Andreoli.
Fonte: Fofoki
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Renato Chagas
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22:46
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Ele driblou a censura?
A tese é interessante. Com a “censura” aos programas humorísticos, que não podem ironizar campanhas e candidaturas, teve um humorista no Brasil que conseguiu manter-se em atividade.
A estratégia: candidatou-se.
Claro, falo de Tiririca.
Em sua campanha, ironiza a tudo e a todos. Ou seja, faz o seu trabalho.
Enquanto seus outros companheiros de profissão só assistem. E não podem se manifestar. CQC, Pânico, Legendários e afins foram bloqueados pela lei.
E, por conta e culpa de quem faz política sem credibilidade, Tiririca ainda corre o risco de se eleger.
Tiririca tem os vídeos mais acessados na Internet (mais de 1,5 milhão de visitas no You Tube até ontem à noite); é o nome no ranking dos mais citados do Twitter há semanas; tem feito comícios bastante frequentados, “mais pelo show”, que pelas propostas (ou falta de, algo que ele se orgulha.)
Seu bordão: “Pior que tá, não fica, vote em Tiririca”.
No vídeo pergunta e afirma: “Sabe o que faz um deputado federal? Eu também não, mas me bota lá que eu te conto”.
E avisa: “Quero ajudar os mais necessitados, inclusive a minha família”.
Fonte: ClicRBS
A estratégia: candidatou-se.
Claro, falo de Tiririca.
Em sua campanha, ironiza a tudo e a todos. Ou seja, faz o seu trabalho.
Enquanto seus outros companheiros de profissão só assistem. E não podem se manifestar. CQC, Pânico, Legendários e afins foram bloqueados pela lei.
E, por conta e culpa de quem faz política sem credibilidade, Tiririca ainda corre o risco de se eleger.
Tiririca tem os vídeos mais acessados na Internet (mais de 1,5 milhão de visitas no You Tube até ontem à noite); é o nome no ranking dos mais citados do Twitter há semanas; tem feito comícios bastante frequentados, “mais pelo show”, que pelas propostas (ou falta de, algo que ele se orgulha.)
Seu bordão: “Pior que tá, não fica, vote em Tiririca”.
No vídeo pergunta e afirma: “Sabe o que faz um deputado federal? Eu também não, mas me bota lá que eu te conto”.
E avisa: “Quero ajudar os mais necessitados, inclusive a minha família”.
Fonte: ClicRBS
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Renato Chagas
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21:02
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A censura ao humor e o Photoshop da vida real

Após a estreia dos programas eleitorais, entre eles a abertura do "Discovery Marina Channel", com a candidata verde estrelando uma paça futurista de efeitos especiais, finalmente deu para entender por que o humor político e sério foi amordaçado nesta eleição. Porque colocaria o dedo na ferida. Os programas dos candidatos são tão fictícios que a realidade sumiu. Tudo ficou de repente bom, reconfortante, para quem acredita nos seriados e nas novelas.
"O Brasil é um país exótico mesmo. Os políticos fazem humor e os humoristas fazem passeata", diz Marcelo Tas, do CQC, um dos atingidos por esse entulho da ditadura do Tribunal Superior eleitoral - que interpreta a sátira política como ameaça à democracia. "Olha só", afirma Tas com ironia, " estamos esperneando, mas nosso plano é absolutamente estúpido: uma passeata de protesto neste domingo em Copacabana!".
Tas, Marcelo Madureira e Helio de la Peña foram procurados pela CNN e pela BBC de Londres: "os cidadões dessas democracias têm muita dificuldade de entender", diz Tas. Um político que tem medo do ridículo não pode ser candidato a presidente. O humor humaniza o candidato, o aproxima do eleitor. Nós apostamos no erro, na casca da banana, no nariz torto. Quando se tira o erro, apaga-se o humano. Nossos candidatos se escondem deles mesmos." Políticos como Barack Obama e Nicolas Sarkozy muitas vezes se beneficiaram das caricaturas inteligentes e ácidas dos humoristas - volta e meia, subiam nas pesquisas logo após a transmissão dos programas.
Assistimos à campanha mais "photoshopada" e engessada da história brasileira. Tudo tem de ficar bonito, sorridente, raso, sem erro. O país está anestesiado, entorpecido. Não é só o humor que está em xeque, sob censura. Quem faz o papel de palhaço somos nós, os eleitores.
Fonte: CQC Information, com informações da Revista Época
Imagem: CQCs Blog
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Renato Chagas
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20:06
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Britto Jr e Rafinha Bastos juntos no 'Acesso MTV'

No próximo dia 16 de setembro a MTV promove o VMB 2010. Neste ano, a premiação, que será transmitida ao vivo, direto do Credicard Hall, em São Paulo, contará com parcerias inusitadas da TV brasileira. Vários programas da emissora ganharão nova versão, com apresentadores de outros canais. Os VTs irão ao ar nos breaks da premiação.
Britto Jr. que fez uma pausa nos preparativos de "A Fazenda 3" para participar da festa e Rafinha Bastos, do "CQC", da Band, são uma das "novas duplas" do canal. Os dois viraram VJs do Acesso MTV, apresentado originalmente por Marimoon e Titi.
A inacreditável peruca de Rafinha foi bastante elogiada por Britto.
Fonte: Titinet
Britto Jr. que fez uma pausa nos preparativos de "A Fazenda 3" para participar da festa e Rafinha Bastos, do "CQC", da Band, são uma das "novas duplas" do canal. Os dois viraram VJs do Acesso MTV, apresentado originalmente por Marimoon e Titi.
A inacreditável peruca de Rafinha foi bastante elogiada por Britto.
Fonte: Titinet
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Renato Chagas
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20:03
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terça-feira, 24 de agosto de 2010
Post nº 700: Marcos Mion é motivo de piada na Record, segundo jornalista

Marcos Mion virou motivo de piada dentro da Record - e isso veio a público nesta terça-feira, no Twitter. O humorista tentou desqualificar o trabalho da jornalista Fabíola Reipert, blogueira para assuntos de TV e celebridades do R7 (o portal da própria Record), e acabou levando o troco.
Tudo começou depois que Fabíola postou uma notícia que informava que o Legendários, programa de Mion, havia tido no último sábado sua pior audiência, com média de 6 pontos no Ibope, ficando em terceiro lugar no ranking, atrás até mesmo da reprise de Ana Raio e Zé Trovão no SBT. "Na Record, há um sinal amarelo para o Legendários. O programa poderá passar a ser gravado", postou Fabíola.
Mion contestou a informação, cheio de ironia, via Twitter. Ele postou: "E + uma vez a "jornalista" c maior credibilidade do pais, freipert manda outra bola fora!Alias, ela é piada interna na Record por isto msm (sic)."
Fabíola respondeu no mesmo tom: "Que eu saiba os números do Ibope não mentem e quem é motivo de piada na Record é o Legendários..."
Não é o primeiro "barraco" de Mion no Twitter. Desde o começo do ano ele vem se desentendendo com o humorista Danilo Gentilli, do CQC, da TV Bandeirantes. O "Legendários" virou tema recorrente de piadas para Gentilli, já que estreou com a pretensão de ser "revolucionário", como disse Mion, mas acabou se notabilizando por quadros que remetem a outros programas, como o Pânico e o próprio CQC.
Fonte: Yahoo!
Tudo começou depois que Fabíola postou uma notícia que informava que o Legendários, programa de Mion, havia tido no último sábado sua pior audiência, com média de 6 pontos no Ibope, ficando em terceiro lugar no ranking, atrás até mesmo da reprise de Ana Raio e Zé Trovão no SBT. "Na Record, há um sinal amarelo para o Legendários. O programa poderá passar a ser gravado", postou Fabíola.
Mion contestou a informação, cheio de ironia, via Twitter. Ele postou: "E + uma vez a "jornalista" c maior credibilidade do pais, freipert manda outra bola fora!Alias, ela é piada interna na Record por isto msm (sic)."
Fabíola respondeu no mesmo tom: "Que eu saiba os números do Ibope não mentem e quem é motivo de piada na Record é o Legendários..."
Não é o primeiro "barraco" de Mion no Twitter. Desde o começo do ano ele vem se desentendendo com o humorista Danilo Gentilli, do CQC, da TV Bandeirantes. O "Legendários" virou tema recorrente de piadas para Gentilli, já que estreou com a pretensão de ser "revolucionário", como disse Mion, mas acabou se notabilizando por quadros que remetem a outros programas, como o Pânico e o próprio CQC.
Fonte: Yahoo!
Mundo CQC: Faço minhas as palavras de Camila Colombo (@CamilaColombo): "1- Muita gente (demitaram) 2- Pouco tempo (aumentaram) 3- É ao vivo (será gravado) - Qual proxima desculpa pra nós, leigos. hein @mionzera?"
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Renato Chagas
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20:28
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O MELHOR DO TOP FIVE: a melhor coluna da história do MCQC!!

Chegou a hora de mudar a fase do joguinho... é a hora de purificar este tubo infecto, por onde são transmitidos os perdigotos de Silvio Santos. SANTA CLARA, PERDOE-OS; ELES NÃO SABEM O QUE FAZEM. É A HORA DOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO... MELHOR DO TOP FIVE DA TV MUNDIAL!!!!
Nós temos que dizer que este é o melhor Melhor do Top Five da história deste blog!!! Pra começar, um Top Five Argentina diferente: um convidado que é a cara do Danilo Gentili na reportagem das crossdressers com o corpo da Mama Bruscheta; entrevistados alterados e com um BONUS TRACK!!! Olha isso!!!
E no Top Five Brasil, só 2 destaques: Rubinho Barrichello (no 2º lugar) ganhando uma corrida de um animal que a gente conhece muito bem e as aventuras de Cátia Fonseca no ginecologista. Quer saber o resto? Então, olha isso!!!
Eeeeeeeeeeee este foi O Melhor do Top Five desta terça-feira!!!! Semana que vem, nós voltaremos com os piores momentos da televisão mundial!!!!!
Fontes: JuanSebastianS2 e Band - You Tube
Nós temos que dizer que este é o melhor Melhor do Top Five da história deste blog!!! Pra começar, um Top Five Argentina diferente: um convidado que é a cara do Danilo Gentili na reportagem das crossdressers com o corpo da Mama Bruscheta; entrevistados alterados e com um BONUS TRACK!!! Olha isso!!!
E no Top Five Brasil, só 2 destaques: Rubinho Barrichello (no 2º lugar) ganhando uma corrida de um animal que a gente conhece muito bem e as aventuras de Cátia Fonseca no ginecologista. Quer saber o resto? Então, olha isso!!!
Eeeeeeeeeeee este foi O Melhor do Top Five desta terça-feira!!!! Semana que vem, nós voltaremos com os piores momentos da televisão mundial!!!!!
Fontes: JuanSebastianS2 e Band - You Tube
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Renato Chagas
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19:10
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Danilo Gentili conta o que preparou para bate-papo na Feira

Quando Danilo Gentili foi pela primeira a uma feira de profissões, ainda como estudante, saiu correndo. "Tinha tanta opção de trabalho que fugi porque odeio trabalhar", ele conta em entrevista exclusiva ao site da Feira do Guia do Estudante, concedida numa padaria de São Paulo.
O polêmico humorista, autor de um livro que ensina a ser o pior aluno da escola, vai à Feira do GUIA para dar a palestra "A carreira multifacetada de publicitário, humorista, escritor e cartunista". É que "o mau aluno tem muito mais a ensinar que o bom aluno", ele explica.
"Enquanto o certinho não passa cola para o coleguinha, o cara considerado mau vai ter mais amigos e crescer mais na vida." Ele acha que "esse papo de que a faculdade define o que você vai ser não é verdade". É a criatividade que faz isso. "Quem é criativo tem mais chances também por ser ousado e não fazer apenas o que mandam."
Formado em Publicidade, Gentili acredita que ir para uma universidade é importante para fazer contatos. "Eu ter feito faculdade ajudou mais o dono, que ficou mais rico comigo lá, do que a minha carreira, mas, de qualquer forma, um curso universitário é um caminho para ter uma porta aberta."
Mesmo que não seja a porta que o estudante queria, a experiência "abre uma janela". "Você entra como pode e, depois que estiver lá dentro, tenta achar uma escada, sobe um lance e vai se virando", aconselha.
"Eu acredito que minha conversa com os estudantes talvez possa ajudá-los a relaxar um pouquinho na hora de fazer uma escolha (no vestibular)", explica Gentili. Ele promete ainda deixar o microfone aberto para os estudantes participarem da palestra.
Quer saber mais? Inscreva-se e participe!
Serviço:
Evento: "A carreira multifacetada de publicitário, humorista, escritor e cartunista"
Convidado: Danilo Gentili
Data: 27 de agosto
Horário: 12h
Fonte: Guia do Estudante
O polêmico humorista, autor de um livro que ensina a ser o pior aluno da escola, vai à Feira do GUIA para dar a palestra "A carreira multifacetada de publicitário, humorista, escritor e cartunista". É que "o mau aluno tem muito mais a ensinar que o bom aluno", ele explica.
"Enquanto o certinho não passa cola para o coleguinha, o cara considerado mau vai ter mais amigos e crescer mais na vida." Ele acha que "esse papo de que a faculdade define o que você vai ser não é verdade". É a criatividade que faz isso. "Quem é criativo tem mais chances também por ser ousado e não fazer apenas o que mandam."
Formado em Publicidade, Gentili acredita que ir para uma universidade é importante para fazer contatos. "Eu ter feito faculdade ajudou mais o dono, que ficou mais rico comigo lá, do que a minha carreira, mas, de qualquer forma, um curso universitário é um caminho para ter uma porta aberta."
Mesmo que não seja a porta que o estudante queria, a experiência "abre uma janela". "Você entra como pode e, depois que estiver lá dentro, tenta achar uma escada, sobe um lance e vai se virando", aconselha.
"Eu acredito que minha conversa com os estudantes talvez possa ajudá-los a relaxar um pouquinho na hora de fazer uma escolha (no vestibular)", explica Gentili. Ele promete ainda deixar o microfone aberto para os estudantes participarem da palestra.
Quer saber mais? Inscreva-se e participe!
Serviço:
Evento: "A carreira multifacetada de publicitário, humorista, escritor e cartunista"
Convidado: Danilo Gentili
Data: 27 de agosto
Horário: 12h
Fonte: Guia do Estudante
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17:42
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Comediante do CQC, Marco Luque se apresenta na Scar

O espetáculo “Tamo junto!” é atração neste sábado, dia 28, às 20h30. Os ingressos estão à venda na bilheteria do Centro Cultural, no valor de R$ 50 (inteira) e R$ 25 (estudantes e pessoas acima de 60 anos).
O comediante Marco Luque volta a Jaraguá do Sul em nova apresentação no Centro Cultural da Scar (Sociedade Cultura Artística). O espetáculo “Tamo junto!” é atração neste sábado, dia 28, às 20h30. Os ingressos estão à venda na bilheteria do Centro Cultural, no valor de R$ 50 (inteira) e R$ 25 (estudantes e pessoas acima de 60 anos).
O humorista do programa CQC da rede Bandeirantes estreou o espetáculo em março do ano passado e desde então já passou por mais de 70 cidades, levando aos teatros um público superior a 100 mil pessoas.
Além da presença marcante nas noites de segunda-feira no CQC, Marco Luque vem se destacando no estilo stand up, onde o humorista atua sem caracterização ou personagens, contando histórias de sua própria autoria.
O artista conta que seu lado humorístico despertou cedo, quando a professora reservava espaço na aula para ele apresentar imitações aos colegas. Da escola ao teatro, o talento de comediante levou Marco à conquista de espaço na televisão. Atuou ainda como locutor, dublou filmes, fez diversas campanhas publicitárias e participou do seriado "Carga pesada", da Rede Globo.
Durante três anos, Marco Luque criou e apresentou personagens no espetáculo teatral “Terça Insana”. Ficou conhecido com personagens hilários, como o taxista “Silas Simplesmente”, e o motoboy “JacksonFive”.
Fonte: O Correio do Povo
O comediante Marco Luque volta a Jaraguá do Sul em nova apresentação no Centro Cultural da Scar (Sociedade Cultura Artística). O espetáculo “Tamo junto!” é atração neste sábado, dia 28, às 20h30. Os ingressos estão à venda na bilheteria do Centro Cultural, no valor de R$ 50 (inteira) e R$ 25 (estudantes e pessoas acima de 60 anos).
O humorista do programa CQC da rede Bandeirantes estreou o espetáculo em março do ano passado e desde então já passou por mais de 70 cidades, levando aos teatros um público superior a 100 mil pessoas.
Além da presença marcante nas noites de segunda-feira no CQC, Marco Luque vem se destacando no estilo stand up, onde o humorista atua sem caracterização ou personagens, contando histórias de sua própria autoria.
O artista conta que seu lado humorístico despertou cedo, quando a professora reservava espaço na aula para ele apresentar imitações aos colegas. Da escola ao teatro, o talento de comediante levou Marco à conquista de espaço na televisão. Atuou ainda como locutor, dublou filmes, fez diversas campanhas publicitárias e participou do seriado "Carga pesada", da Rede Globo.
Durante três anos, Marco Luque criou e apresentou personagens no espetáculo teatral “Terça Insana”. Ficou conhecido com personagens hilários, como o taxista “Silas Simplesmente”, e o motoboy “JacksonFive”.
Fonte: O Correio do Povo
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17:39
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Lobão e Rafinha Bastos na MTV
Rafinha no Lobotomia
No Lobotomia da próxima semana, que vai ao ar especialmente na terça, dia 24/08, às 19h30, Lobão recebe Rafinha Bastos, apresentador e repórter do CQC. Ele fala sobre o início da carreira na internet e a febre dos stand-up comedy. Para ele, uma parcela do público já estava cansada do padrão de comédia brasileiro e já era momento para rir de coisas diferentes. O programa vai ao ar nesta terça, a partir das 18:30(MT), na MTV.
Fonte: Diário de Cuiabá
No Lobotomia da próxima semana, que vai ao ar especialmente na terça, dia 24/08, às 19h30, Lobão recebe Rafinha Bastos, apresentador e repórter do CQC. Ele fala sobre o início da carreira na internet e a febre dos stand-up comedy. Para ele, uma parcela do público já estava cansada do padrão de comédia brasileiro e já era momento para rir de coisas diferentes. O programa vai ao ar nesta terça, a partir das 18:30(MT), na MTV.
Fonte: Diário de Cuiabá
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17:37
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Oscar Filho, do 'CQC', vive momentos de tensão em voo

O humorista Oscar Filho, repórter do CQC passou por dois grandes sustos na tarde desta segunda-feira (23), ao voltar de uma viagem para a cidade de Marília, onde se apresentou. Ele contou sua experiência em sua página do Twitter.
Primeiro, o avião em que Oscar estava precisou fazer um pouso forçado em Bauru, também no interior de São Paulo, por causa de uma perda de pressão de óleo de um dos motores.
"Tava em Marilia e houve um vôo forçado em Bauru porque uma das hélices parou de funcionar! Altas emoções", disse o humorista, que mais tarde postou uma foto de um acidente de carro já na cidade de São Paulo. "A morte tá por perto de mim", disse.
Fonte: Terra
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10:24
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Rafinha Bastos diz que "a crítica" não entendeu programa 'A Liga'

Fazer televisão não poderia ser mais prazeroso para Rafinha Bastos. Depois de abrir as portas artísticas no Brasil pela internet, o jornalista, ator e, principalmente, humorista se diz, de certa forma, surpreso com o sucesso de A Liga, programa que apresenta na Band. O jornalístico exibido às terças anda tão bem no Ibope que alcança médias superiores até que o humorístico CQC - Custe o Que Custar, respectivamente, sete e seis pontos. Uma diferença que Rafinha tenta explicar. "Eu não imagina que A Liga fosse ganhar o público de cara, mas sabia que se isso acontecesse, ultrapassaria o CQC. É um programa que trata de temas populares, quem vê não precisa de referências para entender o que está ali", opinou.
A característica marcante de A Liga é sua reportagem participativa, na qual os jornalistas vivem as mesmas situações que seus entrevistados. Como, por exemplo, num programa sobre a precariedade do transporte público, quando os quatro apresentadores fizeram um mesmo percurso de jeitos diferentes. Thaíde saiu de helicóptero; Rosane Mulholland, de metrô e ônibus; Débora Villalba, de bicicleta; e Rafinha Bastos, de carro. "A crítica não entendeu muito bem, mas os telespectadores entenderam que é uma oportunidade que a gente tem de vivenciar aquelas experiências, de falar com propriedade sobre aqueles assuntos", explicou.
Para dar conta da dupla jornada, Rafinha teve de deixar o quadro Proteste Já, do CQC, que denuncia a má administração pública. O que ele lamenta muito. "Eu tinha uma função forte ali e que, por mais que me distanciasse da comédia, a minha maior paixão, me dava um orgulho imenso", valorizou ele, que não acredita que seu crescimento na emissora tenha gerado ciúmes em outros integrantes do humorístico, como já foi noticiado. "Se aconteceu, nunca vou saber. Mas tenho uma relação próxima com várias pessoas da equipe e acho que eu saberia se algo tivesse acontecido", desconversou.
Com a primeira temporada de A Liga toda gravada, Rafinha aguarda ansioso a confirmação do programa na grade do ano que vem. O que deve acontecer nos próximos dias. "Não vejo motivos para não continuarem. Fizemos sucesso, garantimos resultados bacanas e uma repercussão bem positiva", justificou. Sobre a equipe, as certezas já se desfazem. "Acho que a intenção é continuar como está, mas talvez não seja interessante para todo mundo. Posso dizer que quero manter minhas duas funções na TV", garantiu, deixando claro que não existe qualquer intenção de deixar o CQC em 2011.
Além de se dedicar aos dois programas, Rafinha toca com Danilo um terceiro projeto: a abertura do bar "Comedians". Trata-se de um espaço para que eles e outros atores possam apresentar espetáculos e pequenos números de comédia. "Eu e o Danilo tínhamos a vontade de abrir um negócio. Já queria um lugar assim e o Danilo chegou com a proposta", explicou Rafinha, que pretende inaugurar o local no fim de setembro.
CQC - Band - Segundas, às 22h15.
A Liga - Band - Terças, às 22h15.
Fonte: Terra, com informações de TV Press
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10:21
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PORQUE CENSURA NÃO É RESPOSTA!
Por Érika Sara - Rede do Tas
-Por que será que as pessoas falam tanto em LIBERDADE?
-Vamos ver? ... ( som de teclado)
-Acho que encontrei!
LIBERDADE: Segundo a Wikipédia, em filosofia, qualifica a independência do ser humano. Em Ética, costuma ser, considerada um pressuposto, para a responsabilidade do agente, para o desenvolvimento de seu ambiente, de suas estruturas para conseguir, no final satisfação para o meio.
Vamos ver o que escreveram alguns grandes pensadores?
Kant – Ser livre é ser autônomo, isto é, dar a si mesmo as regras a serem seguidas “racionalmente”.
Spinoza – A liberdade suscita ao homem o poder de se exprimir na sua totalidade.
Sartre – O homem é antes de tudo livre.
Marx – A liberdade humana só pode ser encontrada, de fato, na produção
prática das suas próprias condições materiais de existência.
Políticos brasileiros – Tudo isso, nas mãos erradas (POVO), é um... PERIGO!!
Texto de Sandra pKöche (Ilustradora de Thyphynna e Zhaphynna)
-Vamos ver? ... ( som de teclado)
-Acho que encontrei!
LIBERDADE: Segundo a Wikipédia, em filosofia, qualifica a independência do ser humano. Em Ética, costuma ser, considerada um pressuposto, para a responsabilidade do agente, para o desenvolvimento de seu ambiente, de suas estruturas para conseguir, no final satisfação para o meio.
Vamos ver o que escreveram alguns grandes pensadores?
Kant – Ser livre é ser autônomo, isto é, dar a si mesmo as regras a serem seguidas “racionalmente”.
Spinoza – A liberdade suscita ao homem o poder de se exprimir na sua totalidade.
Sartre – O homem é antes de tudo livre.
Marx – A liberdade humana só pode ser encontrada, de fato, na produção
prática das suas próprias condições materiais de existência.
Políticos brasileiros – Tudo isso, nas mãos erradas (POVO), é um... PERIGO!!
Texto de Sandra pKöche (Ilustradora de Thyphynna e Zhaphynna)
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09:47
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Análise do CQC - #110
ATENÇÃO: O texto a seguir tem alto teor de opinião pessoal. Caso concorde ou não com a nossa análise, comente-a.
Chegou a terça-feira, o day after do CQC; e segue mais uma análise do programa da família brasileira. No geral, o programa foi razoável: tem muita coisa que não faria falta alguma, mas no geral, o programa foi regular. Vamos à análise:
O VINHO DO GALVÃO BUENO: matéria do Andreoli. Poderia ser mais ácida em relação ao Galvão, que não confirmou se 2014 será ou não sua última Copa. O Pânico apareceu bastante na matéria, mas a matéria poderia ser melhor aproveitada.
ATRÁS DOS PRESIDENCIÁVEIS: Monica Iozzi arrasando como sempre na cobertura eleitoral do CQC. A gente sentiu falta das cantadas do Serra, com a Mô de um fora, ele não falou com nossa caipirinha. Temos uma candidata a Miss Simpatia da eleição: Marina Silva, que entrou na brincadeira e fez até uma graça com a Mônica. Já a Dilma... lo de siempre!!!!
JOGADORES DA SELEÇÃO: no 1º encontro do CQC com a nova seleça, o saldo foi positivo. Aliás, a praia do Andreoli realmente é o fut. E finalmente, pagaram a dívida com Ganso e Neymar entregando os óculos do CQC. A brincadeira com Zagallo e Cafú foi hilária!!!
HUMOR SEM CENSURA: lembrando que esta era uma matéria séria, Danilo Gentili mostrou que anda interado com o que está acontecendo. A matéria ainda calou a boca dos críticos de TV, que vivem insinuando que Casseta & Planeta, Pânico e CQC são inimigos!!! Só não vi os Legendários. Ah é, eles fazem um programa de entretenimento e não de humor. Então porque eles se ofenderam com a proibição?
FINAL DA LIBERTADORES: uma das melhores matérias de Rafinha Bastos. Mostra a sua total imparcialidade em relação ao Inter!!!! Parabéns Rafinha, pela engraçadíssima matéria!!!
LEILÃO NA DASLU: seja sincero: o que mudará na sua vida saber que Eike Batista pagou 500 mil reais por um terno do Lula? Poderíamos dormir sem essa, não?
CQ TESTE: TESSALIA: como se não bastasse assistir uma ex-BBB no melhor programa da TV, ainda somos obrigado a ver Danilo Gentili sem camisa... ai meu Deus!!! CQTeste na geladeira em 2011, já!!!
TOP 5: como sempre, um Top Five sem comentários. Rubinho em 2º lugar é sacanagem e o tombo de Marco Luque entrará nos anais dos maiores king-kongs da TV mundial!!!
O POVO QUER SABER: "REBOLATION": Faço minhas as palavras de Luque: "Porque ficam dando moral pra isso?". O que vai mudar na minha vida saber que a música mais chata do Brasil foi feita em 20 minutos? Mas o Rafinha tem razão: depois que o Caetano Veloso gravar, vira cult.
BANCADA: O destaque da bancada foram as duas tentativas do Luque explodir o estúdio do CQC!!! Isso sem falar nos comentários e piadas sempre sensacionais da bancada mais louca da TV.
DUNGA PROCURANDO EMPREGO: Achei desnecessário fazer essa brincadeira com o Dunga. Tudo bem, que a intenção é legal; mas não gostei muito não!
DOCUMENTO DA SEMANA: O CQC começou 10 minutos mais tarde por culpa do stand-up eleitoral gratuito; por isso o Documento da Semana foi cortado!!!
RESUMO DA ÓPERA: O CQC de ontem foi razoável. Algumas matérias poderiam ser cortadas do programa, mas a Bancada e as tiradas dos repórteres as salvaram. Num todo, o CQC de ontem foi REGULAR.
AUDIÊNCIA*: CQC marcou 5.3 de média e picos de 7; ficando em 3º lugar no ibope!
Texto de Renato Chagas
*Fonte: CQConect_Brasil
Chegou a terça-feira, o day after do CQC; e segue mais uma análise do programa da família brasileira. No geral, o programa foi razoável: tem muita coisa que não faria falta alguma, mas no geral, o programa foi regular. Vamos à análise:
O VINHO DO GALVÃO BUENO: matéria do Andreoli. Poderia ser mais ácida em relação ao Galvão, que não confirmou se 2014 será ou não sua última Copa. O Pânico apareceu bastante na matéria, mas a matéria poderia ser melhor aproveitada.
ATRÁS DOS PRESIDENCIÁVEIS: Monica Iozzi arrasando como sempre na cobertura eleitoral do CQC. A gente sentiu falta das cantadas do Serra, com a Mô de um fora, ele não falou com nossa caipirinha. Temos uma candidata a Miss Simpatia da eleição: Marina Silva, que entrou na brincadeira e fez até uma graça com a Mônica. Já a Dilma... lo de siempre!!!!
JOGADORES DA SELEÇÃO: no 1º encontro do CQC com a nova seleça, o saldo foi positivo. Aliás, a praia do Andreoli realmente é o fut. E finalmente, pagaram a dívida com Ganso e Neymar entregando os óculos do CQC. A brincadeira com Zagallo e Cafú foi hilária!!!
HUMOR SEM CENSURA: lembrando que esta era uma matéria séria, Danilo Gentili mostrou que anda interado com o que está acontecendo. A matéria ainda calou a boca dos críticos de TV, que vivem insinuando que Casseta & Planeta, Pânico e CQC são inimigos!!! Só não vi os Legendários. Ah é, eles fazem um programa de entretenimento e não de humor. Então porque eles se ofenderam com a proibição?
FINAL DA LIBERTADORES: uma das melhores matérias de Rafinha Bastos. Mostra a sua total imparcialidade em relação ao Inter!!!! Parabéns Rafinha, pela engraçadíssima matéria!!!
LEILÃO NA DASLU: seja sincero: o que mudará na sua vida saber que Eike Batista pagou 500 mil reais por um terno do Lula? Poderíamos dormir sem essa, não?
CQ TESTE: TESSALIA: como se não bastasse assistir uma ex-BBB no melhor programa da TV, ainda somos obrigado a ver Danilo Gentili sem camisa... ai meu Deus!!! CQTeste na geladeira em 2011, já!!!
TOP 5: como sempre, um Top Five sem comentários. Rubinho em 2º lugar é sacanagem e o tombo de Marco Luque entrará nos anais dos maiores king-kongs da TV mundial!!!
O POVO QUER SABER: "REBOLATION": Faço minhas as palavras de Luque: "Porque ficam dando moral pra isso?". O que vai mudar na minha vida saber que a música mais chata do Brasil foi feita em 20 minutos? Mas o Rafinha tem razão: depois que o Caetano Veloso gravar, vira cult.
BANCADA: O destaque da bancada foram as duas tentativas do Luque explodir o estúdio do CQC!!! Isso sem falar nos comentários e piadas sempre sensacionais da bancada mais louca da TV.
DUNGA PROCURANDO EMPREGO: Achei desnecessário fazer essa brincadeira com o Dunga. Tudo bem, que a intenção é legal; mas não gostei muito não!
DOCUMENTO DA SEMANA: O CQC começou 10 minutos mais tarde por culpa do stand-up eleitoral gratuito; por isso o Documento da Semana foi cortado!!!
RESUMO DA ÓPERA: O CQC de ontem foi razoável. Algumas matérias poderiam ser cortadas do programa, mas a Bancada e as tiradas dos repórteres as salvaram. Num todo, o CQC de ontem foi REGULAR.
AUDIÊNCIA*: CQC marcou 5.3 de média e picos de 7; ficando em 3º lugar no ibope!
Texto de Renato Chagas
*Fonte: CQConect_Brasil
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segunda-feira, 23 de agosto de 2010
O Formigueiro tem um monte de abobrinhas

Novo programa de Marco Luque, do CQC, deve agradar adolescentes, mas pode soar bobo para outras faixas etárias
Antes de abrir a sessão de apedrejamento que vou sofrer por parte dos milhões de fãs de Marco Luque, permitam-me deixar claro que eu gosto dele. O jeitão de moleque avoado funciona superbem no CQC, e o seu talento para a comédia é inegável.
Ressalva feita, sinto-me à vontade para avaliar O Formigueiro, programa estrelado pelo ator e humorista paulistano aos domingos, às 19 horas, na Band. Mas, primeiro, eu precisaria saber qual é o “target” da atração. Se O Formigueiro foi pensado para entreter adolescentes (incluindo pré e pós), até que é OK. É recheado da zoação característica dessa fase da vida, além de contar com alguns “experimentos” físico-químicos e truques de ilusionismo – sem falar na entrevista relâmpago com os convidados famosos (geralmente dois por edição).
Porém, se a intenção é atingir um público mais abrangente, o programa é apenas... bobo. Até há alguns momentos engraçados, de tão nonsenses. Como a bizarra coreografia encenada por Luque e outros três integrantes da equipe dentro de bexigas gigantes brancas, na edição do último dia 15. Eles “vestiram” os balões, de forma que apenas a cabeça ficava de fora, e dançaram uma música de Luiza Possi. O efeito visual foi bem engraçado, pareciam quatro ovos gigantes (ou aqueles saleiros antigos do Sal Cisne) saltitando.
Já as tais “experiências”, realizadas pelo personagem Dr. Cido (Kadu Torres), são ridículas. No mesmo programa do dia 15, por exemplo, era uma pior que a outra: um “tornado de fogo” criado a partir de um toca-discos de DJ; uvas cortadas ao meio que emitiram faíscas (quase imperceptíveis) ao ser aquecidas no micro-ondas; o “efeito borboleta” provado com a ajuda de uma máquina Rube Goldberg (acionada por reação em cadeia) tosca; e a mais grotesca: a verificação da suposta capacidade das baratas de sobreviver à radiação.
Para tanto, o tal Dr. Cido levou um saco de baratas (de laboratório, imagino) e soltou a maior parte dos insetos dentro do micro-ondas, que depois foi ligado por dez segundos. Resultado: algumas morreram, outras ficaram atordoadas, boa parte sobreviveu e outro tanto ficou rastejando pelo estúdio. Em nenhum momento Luque ou o personagem de Kadu Torres se preocuparam em alertar as crianças e adolescentes para não tentar repetir a experiência em casa. Portanto, se você tem filhos, não se surpreenda se começar a achar baratas, formigas ou outros insetos assados no micro-ondas...
O mini talk show também é bobinho. Luque ainda não se encontrou como entrevistador – as perguntas são vazias e rasas – e as tais formigas, Tana e Jura, se limitam a fazer piadinhas e trocadilhos infames. Os quadros criados para a participação da plateia também são infantiloides: “Mister e Miss RG”, um concurso da foto de identidade mais feia; “O Anunciante”, onde você faz o seu “merchan” em troca de um mico; e “Frases de Criança”, o espaço aberto para as pérolas da molecada. E sabem o que é preocupante? O Formigueiro é um produto da Eyeworks-Cuatro Cabezas, a badalada produtora do CQC.
A impressão que fica depois de visitar o formigueiro de Marco Luque – pelo menos por enquanto – é que ele mais atrapalha do que ajuda a carreira do humorista (assim como o seu incompreensível quadro no CQC, “Marco Luque Responde”). E olha que tudo pode piorar, já que uma hora as experiências colegiais e os truques de mágica vão cansar...
Serviço: O Formigueiro é exibido pela Band nos domingos, às 19 horas.
Fonte: Gazeta do Povo
Antes de abrir a sessão de apedrejamento que vou sofrer por parte dos milhões de fãs de Marco Luque, permitam-me deixar claro que eu gosto dele. O jeitão de moleque avoado funciona superbem no CQC, e o seu talento para a comédia é inegável.
Ressalva feita, sinto-me à vontade para avaliar O Formigueiro, programa estrelado pelo ator e humorista paulistano aos domingos, às 19 horas, na Band. Mas, primeiro, eu precisaria saber qual é o “target” da atração. Se O Formigueiro foi pensado para entreter adolescentes (incluindo pré e pós), até que é OK. É recheado da zoação característica dessa fase da vida, além de contar com alguns “experimentos” físico-químicos e truques de ilusionismo – sem falar na entrevista relâmpago com os convidados famosos (geralmente dois por edição).
Porém, se a intenção é atingir um público mais abrangente, o programa é apenas... bobo. Até há alguns momentos engraçados, de tão nonsenses. Como a bizarra coreografia encenada por Luque e outros três integrantes da equipe dentro de bexigas gigantes brancas, na edição do último dia 15. Eles “vestiram” os balões, de forma que apenas a cabeça ficava de fora, e dançaram uma música de Luiza Possi. O efeito visual foi bem engraçado, pareciam quatro ovos gigantes (ou aqueles saleiros antigos do Sal Cisne) saltitando.
Já as tais “experiências”, realizadas pelo personagem Dr. Cido (Kadu Torres), são ridículas. No mesmo programa do dia 15, por exemplo, era uma pior que a outra: um “tornado de fogo” criado a partir de um toca-discos de DJ; uvas cortadas ao meio que emitiram faíscas (quase imperceptíveis) ao ser aquecidas no micro-ondas; o “efeito borboleta” provado com a ajuda de uma máquina Rube Goldberg (acionada por reação em cadeia) tosca; e a mais grotesca: a verificação da suposta capacidade das baratas de sobreviver à radiação.
Para tanto, o tal Dr. Cido levou um saco de baratas (de laboratório, imagino) e soltou a maior parte dos insetos dentro do micro-ondas, que depois foi ligado por dez segundos. Resultado: algumas morreram, outras ficaram atordoadas, boa parte sobreviveu e outro tanto ficou rastejando pelo estúdio. Em nenhum momento Luque ou o personagem de Kadu Torres se preocuparam em alertar as crianças e adolescentes para não tentar repetir a experiência em casa. Portanto, se você tem filhos, não se surpreenda se começar a achar baratas, formigas ou outros insetos assados no micro-ondas...
O mini talk show também é bobinho. Luque ainda não se encontrou como entrevistador – as perguntas são vazias e rasas – e as tais formigas, Tana e Jura, se limitam a fazer piadinhas e trocadilhos infames. Os quadros criados para a participação da plateia também são infantiloides: “Mister e Miss RG”, um concurso da foto de identidade mais feia; “O Anunciante”, onde você faz o seu “merchan” em troca de um mico; e “Frases de Criança”, o espaço aberto para as pérolas da molecada. E sabem o que é preocupante? O Formigueiro é um produto da Eyeworks-Cuatro Cabezas, a badalada produtora do CQC.
A impressão que fica depois de visitar o formigueiro de Marco Luque – pelo menos por enquanto – é que ele mais atrapalha do que ajuda a carreira do humorista (assim como o seu incompreensível quadro no CQC, “Marco Luque Responde”). E olha que tudo pode piorar, já que uma hora as experiências colegiais e os truques de mágica vão cansar...
Serviço: O Formigueiro é exibido pela Band nos domingos, às 19 horas.
Fonte: Gazeta do Povo
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Renato Chagas
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19:12
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Avião faz pouso de emergência em SP
Um avião da empresa Passaredo fez, hoje (23/8), pouso de emergência no aeroporto de Bauru, em São Paulo. Segundo a empresa, uma das hélices do Embraer Brasília que fazia o voo 2350 precisou ser desligada após um problema técnico. Ninguém ficou ferido.
A aeronave saiu de Marília, fez escala em Presidente Prudente e passa por manutenção no aeroporto. Entre os passageiros estava o integrante do programa CQC, Oscar Filho.
Fonte: Correio Braziliense, com informações da Super Rádio Tupi - RJ.
A aeronave saiu de Marília, fez escala em Presidente Prudente e passa por manutenção no aeroporto. Entre os passageiros estava o integrante do programa CQC, Oscar Filho.
Fonte: Correio Braziliense, com informações da Super Rádio Tupi - RJ.
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Renato Chagas
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19:10
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Apresentador do 'CQC' pede desculpas por pisar em bandeira do Grêmio

Torcedor fanático do Internacional, Rafinha Bastos, humorista do programa " CQC", pediu desculpas por ter pisado na bandeira do Grêmio. A foto caiu na internet e gerou enorme repercussão.
"Vazou uma imagem minha do ano passado pisando na bandeira do Grêmio. Isso realmente aconteceu. Fiz e me arrependi na hora", disse Rafinha pelo twitter, se desculpando pela atitude.
O humorista complementou dizendo:
"Tanto que pedi para ela nunca ir ao ar. E não foi. Errei. Peço desculpas a quem se sentiu ofendido. Eu tb teria ficado".
O apresentador do programa Marcelo Tas disse que a rivalidade é grande e que o programa "CQC" respeita o Grêmio.
Fonte: SRZD
"Vazou uma imagem minha do ano passado pisando na bandeira do Grêmio. Isso realmente aconteceu. Fiz e me arrependi na hora", disse Rafinha pelo twitter, se desculpando pela atitude.
O humorista complementou dizendo:
"Tanto que pedi para ela nunca ir ao ar. E não foi. Errei. Peço desculpas a quem se sentiu ofendido. Eu tb teria ficado".
O apresentador do programa Marcelo Tas disse que a rivalidade é grande e que o programa "CQC" respeita o Grêmio.
Fonte: SRZD
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Renato Chagas
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19:07
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Hoje é dia de CQC!!! - #110

Ilustra: O assunto da ilustra de hoje não poderia ser outro: HUMOR SEM CENSURA!! Os CQCistas de todo o Brasil estão vestindo a camisa. Segue uma frase publicada no Blog do Tas: "Seria apenas patético não fosse necessário... a gente no Brasil, em pleno século 21, ainda que ter gritar: ABAIXO A CENSURA!" - Lina Silva
Olá classe!!! Chegou mais uma segunda-feira, e com ela o programa mais perseguido da TV brasileira. Segundo Marcelo Tas, o CQC 110 está pontiagudo e incandescente!!! Quer saber porque? Os homens e a mulher de preto estarão pegando no pé dos presidenciáveis, do Galvão Bueno, na Seleção do Mano; vão investigar as redes sociais (Orkut, Twitter, Facebook e coisas parecidas) e ainda testarão o QI da Ex-BBB Tessália (pra alegria do Rafinha) e vão fazer o povo perguntar para Léo Santana, o homem Rebolation. E aí, quer saber o cardápio desta noite? Então, olha isso!!!
Entre outras:
O VINHO DO GALVÃO BUENO
ATRÁS DOS PRESIDENCIÁVEIS
JOGADORES DA SELEÇÃO
HUMOR SEM CENSURA
FINAL DA LIBERTADORES
DOCUMENTO CQC: REDES SOCIAIS
LEILÃO NA DASLU
CQ TESTE: TESSALIA
TOP 5
O POVO QUER SABER: "REBOLATION"
Recadinho do Tas: Este roteiro é apenas um guia. Pode sofrer alterações, amputações e inversões até a hora e, principalmente, durante a transmissão do programa, que é ao vivo!
Anote aí: o CQC 110 começa às 22h15 (ou assim que a novela acabar), logo após o drops do Busão do Brasil, ao vivo e em HD!!! OLHO NO CQC. OLHO NA BAND.
*Com informações do Blog do Tas
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Renato Chagas
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15:06
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Programas de humor buscam alternativas para falar de política

Como não podem satirizar candidatos ao governo, humorísticos buscam alternativas para falar da campanha eleitoral
Foto: Afonso Carlos/Carta Z Notícias/TV Press
Desde a época dos bobos da corte, a política sempre foi a maior fonte de inspiração do humor. Mas, a partir deste ano, por decreto, a campanha eleitoral perdeu a graça. Desde 6 de julho, dia em que foi iniciada oficialmente, programas de rádio e TV estão proibidos de usar "trucagem, montagem, ou outro recurso de áudio e vídeo que, de qualquer forma, degradem ou ridicularizem candidato, partido ou coligação, ou produzir ou veicular programa com esse efeito". A resolução, presente na Lei Eleitoral 9.504/97, atinge em cheio programas humorísticos como o CQC, Casseta & Planeta e Pânico na TV, que não podem mais ironizar ou fazer brincadeiras com os candidatos. Para não deixar as eleições passarem em branco e evitar problemas com a Justiça, a saída tem sido apostar em maneiras diferentes de abordar o assunto, menos diretas e mais metafóricas. "Essa lei é um retrocesso. Não prejudica a nossa cobertura, e sim a democracia. Como na ditadura, vamos inventar maneiras de falar de política com metáforas", garantiu Marcelo Tas, líder da bancada do CQC, da Band.
A Lei Eleitoral que restringe a liberdade de expressão dos humoristas pode, de fato, despertar a criatividade. Para driblar as limitações, eles tiveram de investir na criação de novos quadros e personagens para tapar o buraco aberto com a ausência da sátira aos candidatos. Enquanto o CQC passou a exibir matérias que questionam a própria Lei Eleitoral e a opinião dos políticos sobre ela, o Casseta & Planeta resolveu lançar a candidatura de personagens que em nada tinham a ver com política. E, com isso, a cantora de axé Acarajette Lovve, personagem de Beto Silva inspirada em Ivete Sangalo e Cláudia Leitte, acabou se tornando candidata à presidência. "Resolvemos lançar a campanha dela junto com a propaganda eleitoral. Temos nossos truques para criticar, apesar das limitações. O Casseta é um programa com tradição nisso e não vamos deixar a eleição passar", assegurou o diretor José Lavigne.
Mas, apesar do empenho em continuar abordando a política, os programas humorísticos tiveram de fazer concessões. E não foram poucas. O Casseta & Planeta tirou do ar os personagens Dilmandona, José Careca e Magrina Silva, que respectivamente parodiavam os presidenciáveis Dilma Rousseff, José Serra e Marina Silva. Já no CQC, os cartunistas do programa, encarregados de fazer montagens sobre as figuras dos entrevistados, foram afastados de todo o material produzido para as eleições. Enquanto isso, o Pânico na TV preferiu ficar de fora da eleição por um tempo, deixando os quadros relacionados à política fora do roteiro. "Nós sempre cumprimos decisão judicial. A maneira de expressar a política ficou complicada. Trabalhamos com caricaturas e não podemos mais fazer isso", lamentou Emílio Surita, apresentador do Pânico na TV.
E o receio em descumprir a nova norma eleitoral é justificado nas multas previstas na lei. As infrações podem ser penalizadas com multa de até R$ 106 mil, que dobra em caso de reincidência. A questão levanta polêmicas entre especialistas, que discordam sobre a constitucionalidade da norma, existente desde 1997 e atualizada no ano passado pelo Tribunal Superior Eleitoral, que a tornou mais rigorosa com o propósito de assegurar que "as emissoras deem tratamento igualitário entre os candidatos, para garantir o equilíbrio na disputa". "A aplicação da multa prevista pelo TSE implica, automaticamente, em poder de censura e fere a Constituição, que garante a livre expressão independentemente de censura ou licença", defendeu o advogado José Ribas Vieira, professor de Direito da PUC-Rio e da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ.
Mas, para outros juristas, a norma relativiza a liberdade de expressão em prol da igualdade no processo político, também garantida pela Constituição. É o que defende o advogado Enzo Bello, professor de Direito da Universidade Federal Fluminense. "É um tema espinhoso e polêmico, mas a meu ver, não há inconstitucionalidade. Os princípios constitucionais e os direitos fundamentais são relativos. Ponderáveis uns em relação aos outros em casos concretos", argumentou.
A polêmica gerada com os debates gera expectativa nas equipes dos humorísticos, que torcem por mudanças. "Essa discussão me dá muita esperança. É frustrante ter boas ideias e não poder colocá-las em prática", lamentou José Lavigne. Mas, enquanto isso, o mais seguro é não arriscar. "Em época de eleições, o espaço para a política será nenhum. Existe a lei e, infelizmente, temos de cumpri-la. Ainda vivemos esse atraso político", reclamou Tom Cavalcante, apresentador do Show do Tom, da Record.
Mais que risadas
Fazer graça não é a única função dos programas de humor. Muitos humoristas defendem que abordar a política de forma divertida é um meio eficiente para despertar a curiosidade dos telespectadores no assunto. E, ao longo de três temporadas de CQC, o apresentador Rafinha Bastos garante sentir diferença tanto no público quanto em alguns políticos, que passaram a perceber o programa como uma outra forma de se comunicar com os eleitores. "Hoje as pessoas entendem que, por trás das brincadeiras, existe cobrança, informação. A comunicação melhorou. E os políticos veem que o humor também pode ser uma forma de fazer propaganda", argumentou.
Para o humorista Tom Cavalcante, que em outros anos eleitorais viveu personagens como Geraldo Chuchuckmin e Tomloísa Helena, parodiando Geraldo Alckmin e Heloísa Helena, a proibição de brincar com os candidatos impede uma maior contribuição social dos humorísticos. "Acredito que o humor ajuda a revelar a verdadeira face dos bons e maus candidatos. Nos Estados Unidos, a época de eleição é um período onde os programas de humor são ainda mais atuantes", comparou.
Instantâneas
# Com a nova Lei Eleitoral, a equipe do CQC passou a trabalhar ainda mais próxima do departamento jurídico da Band. "Analisamos tudo com muito cuidado para evitar levar uma multa", contou Marcelo Tas.
# No Pânico na TV, Sabrina Sato parou de gravar os quadros que fazia no Congresso Nacional. O programa também tirou do ar a personagem Dilma do Chefe, vivida por Carioca.
# José Lavigne, diretor do Casseta & Planeta, diz que sua maior vontade é satirizar as entrevistas dos candidatos à presidência no Jornal Nacional. "É uma pena não podermos brincar com um programa da própria casa. Seria muito divertido", idealizou.
# Nos Estados Unidos, as sátiras costumam ser encaradas com naturalidade pelos políticos. O humorístico Saturday Night Live, da NBC, faz sucesso com paródias de políticos como Barack Obama, Sarah Palin e Hillary Clinton.
Fonte: Terra, com informações de TV Press
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Renato Chagas
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13:48
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Humoristas protestam contra lei que proíbe sátiras de candidatos

Cerca de 500 pessoas se reuniram na tarde deste domingo na Praia de Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro, para protestar contra uma lei eleitoral que proíbe sátiras de candidatos durante o período de campanha. O ato intitulado “Humor sem Censura”, organizado pelo grupo Comédia em Pé, contou com a participação de humoristas famosos, como Fábio Porchat, Danilo Gentili, do "CQC"; Hélio de La Peña, Marcelo Madureira e Cláudio Manoel, do “Casseta & Planeta”; Sabrina Sato, do “Pânico”, entre outros.
Manifestantes fantasiados e outras pessoas que curtiam o dia de sol na praia se uniram aos humoristas e caminharam em direção ao Posto 6 . Na passeata foram coletadas assinaturas para um abaixo assinado pedindo a revisão da determinação.
A lei eleitoral 9.504, de 1997, determina que é proibido a emissoras de TV ou de rádio “usar trucagem, montagem ou outro recurso de áudio ou vídeo que, de qualquer forma, degradem ou ridicularizem candidato, partido ou coligação, ou produzir ou veicular programa com esse efeito”.
Segundo a norma, a emissora que ridicularizar candidatos pode ser multada pela Justiça em até R$ 106.410, valor que dobra em caso de reincidência.
Fonte: eBand
Ilustra: Nani
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Renato Chagas
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13:45
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Feliz Aniversário, Oscar Filho!!!

Tudo bem, o niver do cara foi ontem. Mas como o blog não funciona aos domingos e o que vale é a lembrança, vamos dar os parabéns hoje.
O Pequeno Pônei, Smurf, piloto de autorama, noivinho de bolo Oscar Filho completou mais uma primavera, 32 anos, hein?
Ele é pequeno no tamanho, mas gigante na competência, no humor e principalmente, no carinho com os fãs. Oscar, o Mundo CQC te deseja (mesmo com um dia de atraso) um feliz aniversário. Que você continue este excelente repórter e humorista que é; ajudando o CQC a seguir nesse caminho de sucesso; que você continue alfinetando as celebridades, os políticos e afins. Só uma coisinha: não daria para mudar as suas pautas não? Só festa acaba cansando, você não acha???
PARABÉNS, PEQUENO PÔNEI!!!!
Ilustra: Lina Silva
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Renato Chagas
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09:49
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sexta-feira, 20 de agosto de 2010
CQC combina antes as abordagens que faz no Congresso? Como assim?
Pelo menos foi isto que falou o deputado federal Dagoberto Nogueira em entrevista concedida a uma rádio do Grupo Feitosa no último dia 12 de agosto. Segundo ele a repórter do programa CQC (Custe o Que Custar), da Rede Bandeirantes de Televisão teria combinado antecipadamente o que perguntaria e que resposta gostaria de obter. Segundo afirma o deputado, ele errou a resposta intencionalmente para desarmar as intenções da mesma.
Quando fala da atuação da repórter do programa ele diz, “ela ia me perguntar se eu também fui no enterro dele (Saramago), ela conversou comigo isso antes, ela me pegou no corredor e falou, você é do Mato Grosso do Sul? Eu vou mexer porque vou pegar lá o parlamentar lá assim, assim...”.
Estou enganado ou o cara está nos dizendo que as abordagens do CQC são armadas, programadas. Claro que, com base no que se vê na tela, fica difícil acreditar nisto, mas fica ai o registro do dito.
Fonte: Portal MS
Quando fala da atuação da repórter do programa ele diz, “ela ia me perguntar se eu também fui no enterro dele (Saramago), ela conversou comigo isso antes, ela me pegou no corredor e falou, você é do Mato Grosso do Sul? Eu vou mexer porque vou pegar lá o parlamentar lá assim, assim...”.
Estou enganado ou o cara está nos dizendo que as abordagens do CQC são armadas, programadas. Claro que, com base no que se vê na tela, fica difícil acreditar nisto, mas fica ai o registro do dito.
Fonte: Portal MS
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Renato Chagas
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09:29
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Rafinha Bastos e Danilo Gentili discutem pelo Twitter
Pode parecer curioso para quem olha de fora, mas o futebol faz as pessoas saírem do sério. Até mesmo aqueles que dizem não importarem-se com o esporte.
Foi o que aconteceu com os comediantes Rafinha Bastos e Danilo Gentili, do programa televisivo CQC. O que aparentemente poderia ser uma brincadeira, ficou evidente que era uma briga séria.
Pela rede social Twitter, os dois trocaram farpas e acusações sérias. Danilo Gentili, em outras palavras, acusou o colega de dizer que não importa-se com futebol mas ficou comemorando desmedidamente o título do seu time, o Internacional.
Rafinha por sua vez, defendeu-se dizendo que não liga para a seleção mas importa-se sim com o Internacional e seguiu pedindo que Danilo não o envolvesse em polêmicas para aumentar a popularidade.
Danilo rebateu dizendo que Rafinha se servia de chamadas polêmicas para ganhar notoriedade enquanto o colega disse que ele se servia de agressividade para chamar a atenção.
A clara e evidente briga terminou quando um dos dois pediu que continuassem a conversa em particular (por DM – Direct Message, uma espécie de email pessoal do Twitter). Que sem graça hein?
Fonte: Blog Resumo Novelas
Foi o que aconteceu com os comediantes Rafinha Bastos e Danilo Gentili, do programa televisivo CQC. O que aparentemente poderia ser uma brincadeira, ficou evidente que era uma briga séria.
Pela rede social Twitter, os dois trocaram farpas e acusações sérias. Danilo Gentili, em outras palavras, acusou o colega de dizer que não importa-se com futebol mas ficou comemorando desmedidamente o título do seu time, o Internacional.
Rafinha por sua vez, defendeu-se dizendo que não liga para a seleção mas importa-se sim com o Internacional e seguiu pedindo que Danilo não o envolvesse em polêmicas para aumentar a popularidade.
Danilo rebateu dizendo que Rafinha se servia de chamadas polêmicas para ganhar notoriedade enquanto o colega disse que ele se servia de agressividade para chamar a atenção.
A clara e evidente briga terminou quando um dos dois pediu que continuassem a conversa em particular (por DM – Direct Message, uma espécie de email pessoal do Twitter). Que sem graça hein?
Fonte: Blog Resumo Novelas
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Renato Chagas
às
09:27
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quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Marcelo Tas: "Debate na web: legal, falta agora candidatos e assessores entrarem no século 21"
Hoje foi um dia especial. O #debateFolhaUOL entrou no ranking do twitter mundial. A transmissão pela web foi de uma qualidade excepcional (confira os comentários no meu twitter). O Blog do Tas participou da transmissão. Os internautas puderam participar pela primeira vez de um debate com os candidatos a presidente do Brasil. E os pontos positivos terminam aí.Se a forma é ousada, me desculpem os ilustres Dilma, Marina e Serra, os candidatos são do século passado. Ou, pelo menos, suas assessorias são. Criaram regras inflexíveis e medrosas que impedem que o eleitor mais interessado possa ter algum tipo de atração por conversa tão controlada.
Sem dúvida, a grande contribuição do #debateFolhaUOL, tag que figurou no ranking do Twitter mundial nesta tarde histórica, foi a participação do público fazendo perguntas aos candidatos. Veio dali a novidade que nos lembrou que somos nós, a sociedade, o principal interessado nessa disputa. Há muito, as TVs viram seus debates serem engessados por regras cada vez restritas que transformaram o debate num jogo de xadres morno que só interessa aos próprios candidatos, seus partidos e a jornalistas.
A internet, com sua arquitetura líquida, flexível e transparente deveria inspirar a política brasileira. Mas esta se recusa à conversão digital. Não nega seu DNA rígido, controlador e originária dos currais eletrônicos, como os maraenhenses, por exemplo. Digna de nota, a participação do candidato Plinio de Arruda Sampaio, que alijado do debate cibernético, abriu um link numa twitcam e entrou comentando abertamente, em tempo real, retrucando seus oponentes como um autêntico hacker da terceira idade. Boa, Plínio!
Queridos Serra, Marina e Dilma: vejam como foi a campanha eleitoral norte-americana ou na Inglaterra e entendam de uma vez por todas que o público está interessado em conhecer vocês do jeito que vocês são. Lá, os candidatos são obrigados a abrir até mesmo sua vida pessoal para que o eleitor possa vascular cada milímetro do seu passado. Lá, ao contrário daqui, eles vão até os programas de humor porque entendem que a lente dos comediantes podem iluminar e aproximar as candidaturas do eleitor. Aqui, ao contrário, eles fogem e o TSE censura a participação dos humoristas. Enfim, meus caros candidatos, espero que vocês entendam que o eleitor, que cada dia se aprimora (pelo menos este é meu pensamento e torcida) que vê-los do jeito que vocês são e não do jeito que os seus "dudas mendonças" querem que a gente engula vocês.
Digo isso com o maior respeito e consideração. Nunca antes na história desse país tivemos candidatos de nível tão alto. Infelizmente, nunca antes na história desse país tivemos candidatos- ou suas assessorias- tão medrosas quanto à livre expressão.
Viva a liberdade, viva a democracia, viva o Brasil!
Fonte: Blog do Tas
Imagem: Shanna Capell - CQCs Blog e CQC Blog
MCQC: Se o mestre falou, quem somos nós para discordar?
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Renato Chagas
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20:39
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Você sabe que banda toca a música de abertura do CQC?
Toda segunda-feira começa o CQC e entra aquela música pesada, com um cara cantando coisas que a gente pouco entende enquanto os três apresentadores chegam ao topo de um prédio em Buenos Aires (Sim, na capital argentina. Também não sabia dessa?).
Pois bem, a responsável pela "canção" de abertura é a banda White Zombie, famosa no meio independente na década de 1990 e que até chegou a fazer um show no Brasil, mais precisamente no festival Hollywood Rock de 1996.
O nome da música é "Electric Head Part 1", do disco "Supersexy Swingin´ Sounds", último do grupo, lançado também em 96. Na verdade, essa versão que a gente escuta é um remix bem no estilo trance, chamado de "Satan In High Heels Mix".
Veja a letra abaixo e aprenda (ou tente) cantar junto quando começar o programa:
We all go down for the sacrificial moment
Crucifixion nails stain the bed of the holy
Space thing blues diamond studded - sugar coated
Well, I am hell a miracle overloading!
Turn me on yeah
Oh Electric head all over
Turn me on yeah
Oh Electric head all over
We all go down for the God of the moment
Super demon seed running wild and below and
Head trip news turn a trick to the flow and
Sugarland express what you know and
Get inside get in there
Evil in your eyes baby I don´t care
Get inside get in there
See the flesh falling everywhere
Turn me on yeah
Oh Electric head all over
Turn me on yeah
Oh Electric head all over
We all go down for a piece of the moment
Watch another burn to the death to the core
And the road-show thrills pack the freaks and the phonies
Sing: now is now, yeah! All I ever wanted!
Turn me on yeah
Oh Electric head all over
Turn me on yeah
Oh Electric head all over
Turn me on yeah
Oh Electric head all over
Turn me on yeah
Oh Electric head all over
Fonte: Site Oficial do CQC/eBand
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Renato Chagas
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20:24
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Danilo Gentili e Rafinha Bastos abrem casa de stand up no modelo americano

Comedians, em SP, será o primeiro clube totalmente dedicado ao formato: “Começamos a lotar bares devido à internet”, diz Rafinha
Os primeiros shows, quem diria, foram em festas infantis, pizzarias com pouquíssima gente e comemorações corporativas, dessas onde o público nunca está muito atento àquele que segura o microfone. Hoje, eles viraram referência no humor. Rafinha Bastos e Danilo Gentili lotam teatros e colecionam admiradores. Além dos shows de stand up comedy, os dois fazem parte da equipe do CQC, da Rede Bandeirantes.
Com o sócio Ítalo Gusso, velho amigo que acabou virando produtor e assessor de imprensa da dupla, Rafinha e Danilo estão prestes a inaugurar em São Paulo uma casa construída especialmente para shows de stand up. O Comedians terá capacidade para mais de 300 pessoas e foi inspirado em casas americanas como a Gotham, de Nova York, que já foi palco do humorista Jerry Seinfield, um dos ícones do stand up.
As apresentações desse tipo começaram a vingar no Brasil depois do sucesso do Clube da Comédia, inaugurado em 2005. A fórmula é simples: humoristas sem nenhum tipo de caracterização e munidos apenas de um microfone falam sobre situações corriqueiras, como a fila do banco e o futebol. A identificação do público é quase imediata.
Para Danilo Gentili, foi uma união de fatores que fez com que o formato se difundisse rapidamente no país. “A mídia comprou a ideia, os donos de bares perceberam que as apresentações davam dinheiro, mas o sucesso veio principalmente por causa da internet”.
A vontade de abrir um estabelecimento dedicado especialmente ao stand up era antiga, mas foi só depois de uma viagem de férias aos EUA que Danilo e Rafinha, inspirados pelos “comedy clubs” que visitaram, resolveram colocar a ideia em prática.
Em uma conversa em meio às obras do Comedians, Danilo, Rafinha e Ítalo falam sobre o sucesso do stand up, a relação com o público e contam como têm sido as preparações para a abertura da casa, programada para a última semana de setembro:
iG: Vocês se conhecem há tempos, muito antes do CQC, certo?
Danilo: A gente se conheceu num site de relacionamentos… Eu procurava companhia e marquei um encontro com o Rafinha.
Rafinha: É, isso, foi assim sim. Na verdade, existia Clube da Comédia, do qual eu fazia parte. O Danilo entrou para o Clube logo no começo e a gente se conheceu lá… Fazíamos shows também em bares como o Beverly Hills, muito antes do CQC.
iG: Vocês se lembram dos primeiros shows?
Danilo: No começo a gente penava um pouco para arrumar bar para se apresentar. Ninguém queria! A gente já fez show em pizzaria e ninguém ria, em casa de velhos swingueiros… Era um sacrifício convencer um bar a deixar a gente fazer shows…
Rafinha: E eu fazia shows em noivados, casamentos de judeus ricos, festas infantis… Fazia onde dava, para praticar. Fiz apresentações nos lugares mais inóspitos e impróprios que você possa imaginar. E isso há apenas um ano e meio! O difícil é que, em eventos assim, as pessoas não estão muito dispostas a te ouvir. Ou quando o lugar não foi preparado, sem microfone adequado, por exemplo. Nesses casos, você tem grandes chances de se dar muito mal e ficar lá que nem um idiota, por melhor que sejam suas piadas.
iG: Hoje, pelo contrário, vocês lotam teatros e bares. O que quebrou essas barreiras iniciais?
Rafinha: Foi o Clube da Comédia, porque foi o primeiro show que lotou. Começamos a fazer duas sessões por noite e os donos de bares abriram os olhos, perceberam que essa era uma oferta de entretenimento diferenciada.
Ítalo: Aí a imprensa comprou a ideia também. Saíram muitas matérias legais sobre o assunto em vários canais da mídia.
Danilo: Foi um conjunto de coisas: a imprensa, os donos de bares que perceberam que as apresentações davam dinheiro… Mas o sucesso veio principalmente por causa da internet. Foi bem na época do surgimento do YouTube.
Rafinha: É, a gente começou a lotar bares quase que unicamente pela divulgação via internet. Aí as casas começaram a abrir as pernas porque viram que era uma coisa que dava dinheiro. Só que os bares nunca eram próprios para isso.
iG: O CQC também ajudou?
Ítalo: O CQC ajudou porque tem essa exposição dos meninos, que é enorme, mas o Rafinha e o Danilo já estavam aí antes do CQC, os nomes deles eram fortes nesse meio. A gente já fechava shows para 900, mil pessoas. Eles já tinham essa marca de serem os precursores do stand up no Brasil, assim como o Marcelo Mansfield, a Marcela Leal, o Oscar Filho, o Diogo Portugal...
Rafinha: O que mais ajudou foi mesmo a internet. O CQC veio em um segundo momento.
iG: Como surgiu a ideia de se construir uma casa dedicada ao stand up?
Ítalo: Eles foram de férias para os EUA e visitaram algumas casas de stand up. Viram que a ideia poderia dar muito certo no Brasil e aí me convidaram para entrar no projeto como sócio. A gente não pode intitular como primeira casa que faz stand up porque existem bares aqui que já fazem isso… Mas é a primeira com um formato totalmente americano.
iG: E como será o funcionamento da casa?
Ítalo: Vamos abrir inicialmente de quinta a domingo, mas estamos estudando isso ainda… Vamos ter um cardápio diferenciado. As pessoas, quando vão ao teatro, geralmente saem para jantar depois. Queremos que elas jantem aqui e passem uma noite agradável.
Danilo: Esse ponto era um dos que a gente queria. As pessoas se divertem bastante lá fora, Rua Augusta, né?
iG: E os shows? Será um show por noite?
Danilo: Vamos ter sessões especificas, será o “show da noite”. Não é porque eu e o Rafinha estamos construindo que os shows serão sempre nossos.
Rafinha: Pois é, nessa questão artística temos toda essa galera do stand up junto com a gente. Queremos que exista uma rotatividade de comediantes, mas sempre seguindo esse tipo de comédia em que a gente acredita. Estamos construindo tudo do zero. A gente está até imaginando qual seria a melhor logística de garçons para que as pessoas fiquem o mais confortável possível na hora de ver o show… Sabe quando a gente vai num bar e tem uma coluna? E aí a plateia tem que ficar desviando? Aqui de qualquer canto você vê o comediante e de qualquer canto o comediante vê a plateia.
iG: O Danilo disse uma vez que quanto mais verdade houver em uma piada, mais engraçada ela é. Os shows de stand up são mesmo reproduções do que acontece com vocês?
Danilo: Sim, as coisas que eu conto sempre acontecem comigo. Claro que é uma verdade exagerada e às vezes distorcida, mas o ponto de partida é sempre a verdade.
Rafinha: A história muitas vezes pode não ser totalmente real, mas é uma caricatura de alguma coisa ou algo de sua personalidade. Sempre tem a ver com a personalidade do humorista porque senão, o público não compra, não ri. Por exemplo, agora eu tenho um texto onde falo sobre a mulher grávida. As pessoas compram isso, sabem que é verdade, que eu estou casado há muito tempo… Mas, claro, também tenho um texto antigo em que digo que transava com uma mulher que tem tatuado “Frank Aguiar” nas costas. Isso não existe! Mas você vai sentir mais facilidade em escrever sobre aquilo que você está vivendo.
iG: O que faz um bom texto de stand up?
Danilo: O frescor e a atualidade do assunto e a forma com que a gente se expressa faz com que sempre estejamos próximos do público, mesmo que quem esteja assistindo não concorde com você. Se o humorista se renovar, ele estará sempre falando de algo com que a plateia se identifique.
Rafinha: Você fala e as pessoas se veem ali. É um tipo de comédia nova ainda, muito dinâmica, rápida. Em um minuto a gente tem que fazer quatro ou cinco piadas novas e originais. Isso é tempo de internet, as pessoas não têm mais tempo para perder, pra ficar três minutos para ouvir uma piada… Mas ainda estão descobrindo esse tipo de humor e é por isso que a gente achou que era a hora ideal para construir um estabelecimento só para isso.
iG: Por causa dessa identificação, algumas pessoas participam e fazem comentários durante a apresentação. Isso desconcentra?
Danilo: É um pouco chato quando o público grita muito, porque geralmente as meninas que mais gritam não são as gostosas… Outro dia tinha um casal na plateia com um apito. No meio do show eu parei e perguntei quem é que estava apitando. Ficou um climão. No final contornei a situação colocando o casal do apito no meio das piadas. Sempre que tinha que reclamar de alguma coisa, falava do casal. Aí terminou em aplauso.
Rafinha: O palco do Comedians será muito pequeno e baixo, ao contrário dos teatros. Então o público eventualmente vai participar das piadas. Essa é a essência da linguagem do stand up, o humorista tem que estar preparado se o público responder qualquer coisa. Não é um problema. O stand up não é feito para isso, mas inevitavelmente as pessoas participam, o próprio comediante às vezes pede isso. É claro que quem manda mesmo é o humorista que está com o microfone. A pessoa que leva um apito, como o Danilo contou, não tem nada na cabeça…
Danilo: O nome é show, não é diálogo… Quem for engraçadinho e ficar interrompendo, a gente pode interagir, a linguagem até permite. Mas é bom o cara saber que somos comediantes e temos um microfone na mão. Não tem como o cara ganhar, ele não vai ganhar nunca! A não ser que ele esteja com um revólver.
Serviço:
Comedians
Onde: Rua Augusta, 1129
Quando: setembro (previsão)
Quanto: Não divulgado
Fonte: iG
Os primeiros shows, quem diria, foram em festas infantis, pizzarias com pouquíssima gente e comemorações corporativas, dessas onde o público nunca está muito atento àquele que segura o microfone. Hoje, eles viraram referência no humor. Rafinha Bastos e Danilo Gentili lotam teatros e colecionam admiradores. Além dos shows de stand up comedy, os dois fazem parte da equipe do CQC, da Rede Bandeirantes.
Com o sócio Ítalo Gusso, velho amigo que acabou virando produtor e assessor de imprensa da dupla, Rafinha e Danilo estão prestes a inaugurar em São Paulo uma casa construída especialmente para shows de stand up. O Comedians terá capacidade para mais de 300 pessoas e foi inspirado em casas americanas como a Gotham, de Nova York, que já foi palco do humorista Jerry Seinfield, um dos ícones do stand up.
As apresentações desse tipo começaram a vingar no Brasil depois do sucesso do Clube da Comédia, inaugurado em 2005. A fórmula é simples: humoristas sem nenhum tipo de caracterização e munidos apenas de um microfone falam sobre situações corriqueiras, como a fila do banco e o futebol. A identificação do público é quase imediata.
Para Danilo Gentili, foi uma união de fatores que fez com que o formato se difundisse rapidamente no país. “A mídia comprou a ideia, os donos de bares perceberam que as apresentações davam dinheiro, mas o sucesso veio principalmente por causa da internet”.
A vontade de abrir um estabelecimento dedicado especialmente ao stand up era antiga, mas foi só depois de uma viagem de férias aos EUA que Danilo e Rafinha, inspirados pelos “comedy clubs” que visitaram, resolveram colocar a ideia em prática.
Em uma conversa em meio às obras do Comedians, Danilo, Rafinha e Ítalo falam sobre o sucesso do stand up, a relação com o público e contam como têm sido as preparações para a abertura da casa, programada para a última semana de setembro:
iG: Vocês se conhecem há tempos, muito antes do CQC, certo?
Danilo: A gente se conheceu num site de relacionamentos… Eu procurava companhia e marquei um encontro com o Rafinha.
Rafinha: É, isso, foi assim sim. Na verdade, existia Clube da Comédia, do qual eu fazia parte. O Danilo entrou para o Clube logo no começo e a gente se conheceu lá… Fazíamos shows também em bares como o Beverly Hills, muito antes do CQC.
iG: Vocês se lembram dos primeiros shows?
Danilo: No começo a gente penava um pouco para arrumar bar para se apresentar. Ninguém queria! A gente já fez show em pizzaria e ninguém ria, em casa de velhos swingueiros… Era um sacrifício convencer um bar a deixar a gente fazer shows…
Rafinha: E eu fazia shows em noivados, casamentos de judeus ricos, festas infantis… Fazia onde dava, para praticar. Fiz apresentações nos lugares mais inóspitos e impróprios que você possa imaginar. E isso há apenas um ano e meio! O difícil é que, em eventos assim, as pessoas não estão muito dispostas a te ouvir. Ou quando o lugar não foi preparado, sem microfone adequado, por exemplo. Nesses casos, você tem grandes chances de se dar muito mal e ficar lá que nem um idiota, por melhor que sejam suas piadas.
iG: Hoje, pelo contrário, vocês lotam teatros e bares. O que quebrou essas barreiras iniciais?
Rafinha: Foi o Clube da Comédia, porque foi o primeiro show que lotou. Começamos a fazer duas sessões por noite e os donos de bares abriram os olhos, perceberam que essa era uma oferta de entretenimento diferenciada.
Ítalo: Aí a imprensa comprou a ideia também. Saíram muitas matérias legais sobre o assunto em vários canais da mídia.
Danilo: Foi um conjunto de coisas: a imprensa, os donos de bares que perceberam que as apresentações davam dinheiro… Mas o sucesso veio principalmente por causa da internet. Foi bem na época do surgimento do YouTube.
Rafinha: É, a gente começou a lotar bares quase que unicamente pela divulgação via internet. Aí as casas começaram a abrir as pernas porque viram que era uma coisa que dava dinheiro. Só que os bares nunca eram próprios para isso.
iG: O CQC também ajudou?
Ítalo: O CQC ajudou porque tem essa exposição dos meninos, que é enorme, mas o Rafinha e o Danilo já estavam aí antes do CQC, os nomes deles eram fortes nesse meio. A gente já fechava shows para 900, mil pessoas. Eles já tinham essa marca de serem os precursores do stand up no Brasil, assim como o Marcelo Mansfield, a Marcela Leal, o Oscar Filho, o Diogo Portugal...
Rafinha: O que mais ajudou foi mesmo a internet. O CQC veio em um segundo momento.
iG: Como surgiu a ideia de se construir uma casa dedicada ao stand up?
Ítalo: Eles foram de férias para os EUA e visitaram algumas casas de stand up. Viram que a ideia poderia dar muito certo no Brasil e aí me convidaram para entrar no projeto como sócio. A gente não pode intitular como primeira casa que faz stand up porque existem bares aqui que já fazem isso… Mas é a primeira com um formato totalmente americano.
iG: E como será o funcionamento da casa?
Ítalo: Vamos abrir inicialmente de quinta a domingo, mas estamos estudando isso ainda… Vamos ter um cardápio diferenciado. As pessoas, quando vão ao teatro, geralmente saem para jantar depois. Queremos que elas jantem aqui e passem uma noite agradável.
Danilo: Esse ponto era um dos que a gente queria. As pessoas se divertem bastante lá fora, Rua Augusta, né?
iG: E os shows? Será um show por noite?
Danilo: Vamos ter sessões especificas, será o “show da noite”. Não é porque eu e o Rafinha estamos construindo que os shows serão sempre nossos.
Rafinha: Pois é, nessa questão artística temos toda essa galera do stand up junto com a gente. Queremos que exista uma rotatividade de comediantes, mas sempre seguindo esse tipo de comédia em que a gente acredita. Estamos construindo tudo do zero. A gente está até imaginando qual seria a melhor logística de garçons para que as pessoas fiquem o mais confortável possível na hora de ver o show… Sabe quando a gente vai num bar e tem uma coluna? E aí a plateia tem que ficar desviando? Aqui de qualquer canto você vê o comediante e de qualquer canto o comediante vê a plateia.
iG: O Danilo disse uma vez que quanto mais verdade houver em uma piada, mais engraçada ela é. Os shows de stand up são mesmo reproduções do que acontece com vocês?
Danilo: Sim, as coisas que eu conto sempre acontecem comigo. Claro que é uma verdade exagerada e às vezes distorcida, mas o ponto de partida é sempre a verdade.
Rafinha: A história muitas vezes pode não ser totalmente real, mas é uma caricatura de alguma coisa ou algo de sua personalidade. Sempre tem a ver com a personalidade do humorista porque senão, o público não compra, não ri. Por exemplo, agora eu tenho um texto onde falo sobre a mulher grávida. As pessoas compram isso, sabem que é verdade, que eu estou casado há muito tempo… Mas, claro, também tenho um texto antigo em que digo que transava com uma mulher que tem tatuado “Frank Aguiar” nas costas. Isso não existe! Mas você vai sentir mais facilidade em escrever sobre aquilo que você está vivendo.
iG: O que faz um bom texto de stand up?
Danilo: O frescor e a atualidade do assunto e a forma com que a gente se expressa faz com que sempre estejamos próximos do público, mesmo que quem esteja assistindo não concorde com você. Se o humorista se renovar, ele estará sempre falando de algo com que a plateia se identifique.
Rafinha: Você fala e as pessoas se veem ali. É um tipo de comédia nova ainda, muito dinâmica, rápida. Em um minuto a gente tem que fazer quatro ou cinco piadas novas e originais. Isso é tempo de internet, as pessoas não têm mais tempo para perder, pra ficar três minutos para ouvir uma piada… Mas ainda estão descobrindo esse tipo de humor e é por isso que a gente achou que era a hora ideal para construir um estabelecimento só para isso.
iG: Por causa dessa identificação, algumas pessoas participam e fazem comentários durante a apresentação. Isso desconcentra?
Danilo: É um pouco chato quando o público grita muito, porque geralmente as meninas que mais gritam não são as gostosas… Outro dia tinha um casal na plateia com um apito. No meio do show eu parei e perguntei quem é que estava apitando. Ficou um climão. No final contornei a situação colocando o casal do apito no meio das piadas. Sempre que tinha que reclamar de alguma coisa, falava do casal. Aí terminou em aplauso.
Rafinha: O palco do Comedians será muito pequeno e baixo, ao contrário dos teatros. Então o público eventualmente vai participar das piadas. Essa é a essência da linguagem do stand up, o humorista tem que estar preparado se o público responder qualquer coisa. Não é um problema. O stand up não é feito para isso, mas inevitavelmente as pessoas participam, o próprio comediante às vezes pede isso. É claro que quem manda mesmo é o humorista que está com o microfone. A pessoa que leva um apito, como o Danilo contou, não tem nada na cabeça…
Danilo: O nome é show, não é diálogo… Quem for engraçadinho e ficar interrompendo, a gente pode interagir, a linguagem até permite. Mas é bom o cara saber que somos comediantes e temos um microfone na mão. Não tem como o cara ganhar, ele não vai ganhar nunca! A não ser que ele esteja com um revólver.
Serviço:
Comedians
Onde: Rua Augusta, 1129
Quando: setembro (previsão)
Quanto: Não divulgado
Fonte: iG
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20:11
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Eleições 2010: CQC marca presença no 1º debate online entre os presidenciáveis
Aconteceu nesta terça-feira o 1º debate online entre os candidatos à Presidência da República; uma realização da Folha de São Paulo em parceria com o portal UOL. Participaram do debate: Dilma Rousseff (PT), José Serra (PSDB) e Marina Silva (PV), que foi realizado no teatro TUCA, em São Paulo.
E o CQC, na cola dos presidenciáveis, marcou a sua presença: o Blog do Tas, através do repórter Endrigo Chiri e Mônica Iozzi, a caipiroska de Ribeirão Preto estiveram por lá cobrindo tudo. E Marcelo Tas fez vários comentários via Twitter!!!
A cobertura completa deste debate na próxima segunda-feira no CQC!!!
E o CQC, na cola dos presidenciáveis, marcou a sua presença: o Blog do Tas, através do repórter Endrigo Chiri e Mônica Iozzi, a caipiroska de Ribeirão Preto estiveram por lá cobrindo tudo. E Marcelo Tas fez vários comentários via Twitter!!!
A cobertura completa deste debate na próxima segunda-feira no CQC!!!
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Renato Chagas
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15:20
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A evolução da comunicação na carreira de Marcelo Tas

Quem vê Marcelo Tas hoje no papel de apresentador do CQC, não imagina que ele um dia esteve no lugar de Rafael Cortez, Felipe Andreoli, Danilo Gentili, Oscar Filho e até mesmo da novata Monica Iozzi, quando lá em 1983 interpretou o repórter Ernesto Varela, onde ele fazia perguntas a celebridades e políticos da época no mesmo estilo que vemos hoje. Com irreverência, acidez e é claro uma ousadia que para época beirava a coragem e a falta de juízo.
Os fãs mais novos lembram-se de Tas como professor Tiburcio, Telekid e em sua participação como apresentador do Vitrine e Saca-Rolhas, sendo este apresentado juntamente com Lobão e Mariana Weikert, mas só se lembram de Ernesto Varela os pais destes pequenos que hoje vêem Tas dando a cada semana uma verdadeira aula sobre comunicação e até podemos dizer que sobre política.
Professor Tiburcio é o meu personagem preferido, foi a primeira vez que vi Marcelo Tas e deve ser até por isso que ele é tão marcante para mim e acredito que para muita gente. Com seu Olá Classe, suas roupas um tanto inusitadas a uma criança e uma aparência um pouco assustadora, surgia de um fundo virtual e simplesmente encantava e prendia a atenção de um ser que estava ali começando a criar curiosidades e duvidas sobre o pequeno espaço que vivia.
Mas foi com um objeto rosa nas mãos que mais lembrava um telefone tijolão e o bordão ‘Por que sim não é resposta’ que até hoje dizemos quando nos respondem com o bendito por que sim, que Marcelo marcou no gosto e imaginário infantil, pois assim, surgiu Telekid que num castelo explicava assuntos que para uma criança eram meras curiosidades que seus pais muitas vezes por preguiça não respondiam.
Ficou alguns aninhos fora da TV e nesse tempo criou o Blog do Tas, o que é praticamente uma aula online de política, entretenimento e cultura. Sendo que na maioria das vezes, quando a agenda das diversas palestras que Marcelo Tas dá pelo país permite, se tornam aulas diárias e sempre com uma pitada de humor ácido que é desde a época de Varela a marca registrada de Tas.
Passaram se 5 anos, Marcelo Tas retorna, trajado em terno e gravata, com um ar que parecia ser sério, mas comandando um programa de humor que continha o DNA da década de 80, o DNA de Ernesto Varela.
O CQC, uma mistura ousada de humor com jornalismo, que cutucou a mente dos jovens, fazendo os criarem gosto pelo assunto política, tornando-os críticos e seguidores das filosofias que Marcelo Tas aplicava em seus comentários na bancada ao lado de Marco Luque e Rafinha Bastos, sempre em tom irônico e com um toque de genialidade.
Hoje Marcelo Tas já acrescentou no currículo a profissão de escritor, pois em novembro lançou seu primeiro livro intitulado ‘ Nunca Antes na história deste país’ e voltou ao publico infantil apresentando paralelamente com o CQC, o Plantão do Tas ao lado de Gabriela Mustafá e Marcos Oliveira, sem contar que é colunista da Revista Crescer e Isto é. Sendo uma relacionada ao sua experiência com os filhos e a outra sobre o twitter, local onde Tas interage com seus fãs diariamente.
27 anos de carreira, sete anos de experiência no mundo virtual e 3 anos no comando de um dos programas humorísticos de maior sucesso da TV, mas sempre afiado e ousado, enfrentando censuras legais e dizendo pra quem quiser saber, que a comunicação é falar, mas sobretudo, ouvir e que as crianças são a melhores escolas para os adultos entenderem essa nova era digital!
Eis a evolução da comunicação na carreira de Marcelo Tas. Do repórter ousado da ditadura aos dias de hoje, onde o humor é proibido na TV, mas que na internet não tem freios.
Fonte: Tas Maníacas
Os fãs mais novos lembram-se de Tas como professor Tiburcio, Telekid e em sua participação como apresentador do Vitrine e Saca-Rolhas, sendo este apresentado juntamente com Lobão e Mariana Weikert, mas só se lembram de Ernesto Varela os pais destes pequenos que hoje vêem Tas dando a cada semana uma verdadeira aula sobre comunicação e até podemos dizer que sobre política.
Professor Tiburcio é o meu personagem preferido, foi a primeira vez que vi Marcelo Tas e deve ser até por isso que ele é tão marcante para mim e acredito que para muita gente. Com seu Olá Classe, suas roupas um tanto inusitadas a uma criança e uma aparência um pouco assustadora, surgia de um fundo virtual e simplesmente encantava e prendia a atenção de um ser que estava ali começando a criar curiosidades e duvidas sobre o pequeno espaço que vivia.
Mas foi com um objeto rosa nas mãos que mais lembrava um telefone tijolão e o bordão ‘Por que sim não é resposta’ que até hoje dizemos quando nos respondem com o bendito por que sim, que Marcelo marcou no gosto e imaginário infantil, pois assim, surgiu Telekid que num castelo explicava assuntos que para uma criança eram meras curiosidades que seus pais muitas vezes por preguiça não respondiam.
Ficou alguns aninhos fora da TV e nesse tempo criou o Blog do Tas, o que é praticamente uma aula online de política, entretenimento e cultura. Sendo que na maioria das vezes, quando a agenda das diversas palestras que Marcelo Tas dá pelo país permite, se tornam aulas diárias e sempre com uma pitada de humor ácido que é desde a época de Varela a marca registrada de Tas.
Passaram se 5 anos, Marcelo Tas retorna, trajado em terno e gravata, com um ar que parecia ser sério, mas comandando um programa de humor que continha o DNA da década de 80, o DNA de Ernesto Varela.
O CQC, uma mistura ousada de humor com jornalismo, que cutucou a mente dos jovens, fazendo os criarem gosto pelo assunto política, tornando-os críticos e seguidores das filosofias que Marcelo Tas aplicava em seus comentários na bancada ao lado de Marco Luque e Rafinha Bastos, sempre em tom irônico e com um toque de genialidade.
Hoje Marcelo Tas já acrescentou no currículo a profissão de escritor, pois em novembro lançou seu primeiro livro intitulado ‘ Nunca Antes na história deste país’ e voltou ao publico infantil apresentando paralelamente com o CQC, o Plantão do Tas ao lado de Gabriela Mustafá e Marcos Oliveira, sem contar que é colunista da Revista Crescer e Isto é. Sendo uma relacionada ao sua experiência com os filhos e a outra sobre o twitter, local onde Tas interage com seus fãs diariamente.
27 anos de carreira, sete anos de experiência no mundo virtual e 3 anos no comando de um dos programas humorísticos de maior sucesso da TV, mas sempre afiado e ousado, enfrentando censuras legais e dizendo pra quem quiser saber, que a comunicação é falar, mas sobretudo, ouvir e que as crianças são a melhores escolas para os adultos entenderem essa nova era digital!
Eis a evolução da comunicação na carreira de Marcelo Tas. Do repórter ousado da ditadura aos dias de hoje, onde o humor é proibido na TV, mas que na internet não tem freios.
Fonte: Tas Maníacas
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Amaury Jr. diz que deixou legado para CQC e Pânico
O apresentador Amaury Jr. completa 30 anos de televisão no comando de um programa em que conversa com as celebridades em festas e outros eventos. Atualmente, atrações como os humorísticos CQC – Custe o Que Custar (Band) e Pânico na TV! (Rede TV!) estão usando dessa mesma tática em suas reportagens.
Em conversa com o R7, Amaury se recusa a receber o rótulo de pai dessa atividade. Mas reconhece que de certa forma colaborou para que outros programas seguissem seus passos na televisão.
- Ninguém é pai de ninguém, cada um tem seu talento sua forma de trabalhar. Eu acho que descobri que a madrugada tem uma audiência latente. A primeira coisa que eu descobri falando depois da meia-noite é que podia ser mais informal. Se você me perguntar se esses programas se inspiraram nessa informalidade, eu posso dizer que deixei algum legado para eles.
Questionado se algum desses programas chega a incomodá-lo em coberturas de festas, o apresentador usa um discurso conciliador e afirma que até se diverte com as brincadeiras que um dos programas faz com ele.
- A mim, não! Conheço todos eles, são meu colegas e os acho divertidíssimos. Sou caricaturado por um deles [Amaury Dumbo, no Pânico] e a gente só soma. Ninguém atrapalha ninguém, eles me agradam e divertem.
Em época de comemorações dos 60 anos da chegada da televisão no Brasil, Amaury Jr. afirma que a briga pela audiência tem prejudicado o conteúdo apresentado e as emissoras não trabalham em coisas que ajudam na formação do telespectador.
- De uma forma geral, comparando a televisão de hoje com a que eu fazia 30 anos atrás, existe uma preocupação insignificante em pensar na formação do telespectador. A televisão vai ao encontro do povo em vez de fazer com que esse povo se eleve e aprenda um pouco. O povo quer circo, então vamos dar circo. Em resumo: 30 anos atrás era bem melhor do que hoje.
Sobre os programas que apresenta na Rede TV!, o Programa Amaury Jr (de terça a sexta) e o Amaury Jr. Show (aos sábados), o apresentador revela que está buscando um novo formato de programa e quer misturar entrevistas com um grande show.
- Agora temos uma bancada aonde eu levo convidados para conversarmos mais demoradamente do que nas festas. Mas não vamos perder essa característica de cobrir os eventos. Nos sábados, eu quero fazer um grande show com convidados nas mesas, eu passando por eles, o palco funcionando. Queremos fazer um show muito alegre, uma continuação do que fazemos de terça a sexta.
Fonte: Olhar Direto, com informações do R7
Em conversa com o R7, Amaury se recusa a receber o rótulo de pai dessa atividade. Mas reconhece que de certa forma colaborou para que outros programas seguissem seus passos na televisão.
- Ninguém é pai de ninguém, cada um tem seu talento sua forma de trabalhar. Eu acho que descobri que a madrugada tem uma audiência latente. A primeira coisa que eu descobri falando depois da meia-noite é que podia ser mais informal. Se você me perguntar se esses programas se inspiraram nessa informalidade, eu posso dizer que deixei algum legado para eles.
Questionado se algum desses programas chega a incomodá-lo em coberturas de festas, o apresentador usa um discurso conciliador e afirma que até se diverte com as brincadeiras que um dos programas faz com ele.
- A mim, não! Conheço todos eles, são meu colegas e os acho divertidíssimos. Sou caricaturado por um deles [Amaury Dumbo, no Pânico] e a gente só soma. Ninguém atrapalha ninguém, eles me agradam e divertem.
Em época de comemorações dos 60 anos da chegada da televisão no Brasil, Amaury Jr. afirma que a briga pela audiência tem prejudicado o conteúdo apresentado e as emissoras não trabalham em coisas que ajudam na formação do telespectador.
- De uma forma geral, comparando a televisão de hoje com a que eu fazia 30 anos atrás, existe uma preocupação insignificante em pensar na formação do telespectador. A televisão vai ao encontro do povo em vez de fazer com que esse povo se eleve e aprenda um pouco. O povo quer circo, então vamos dar circo. Em resumo: 30 anos atrás era bem melhor do que hoje.
Sobre os programas que apresenta na Rede TV!, o Programa Amaury Jr (de terça a sexta) e o Amaury Jr. Show (aos sábados), o apresentador revela que está buscando um novo formato de programa e quer misturar entrevistas com um grande show.
- Agora temos uma bancada aonde eu levo convidados para conversarmos mais demoradamente do que nas festas. Mas não vamos perder essa característica de cobrir os eventos. Nos sábados, eu quero fazer um grande show com convidados nas mesas, eu passando por eles, o palco funcionando. Queremos fazer um show muito alegre, uma continuação do que fazemos de terça a sexta.
Fonte: Olhar Direto, com informações do R7
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